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quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Esfrega a orelha
Quando começa a ficar cansada, ainda com muita trapalhice e pouca pontaria, começa a levar a mão à orelha esquerda para a esfregar. Palpita-me que vai ser o seu truque especial para adormecer dentro de uns tempos.
Mais uma descoberta
Já leva o pé à boca. Quando a deitamos para lhe mudar a fralda, e fica com os pés a descoberto, pega logo no direito e toca de o levar à boca. Depois chucha como se fosse o dedo da mão. Ontem, conseguiu o prodígio de chuchar o dedo do pé com o polegar esticado em posição de chuchar! Assim, se falhasse um, já lá estava o outro em substituição. Coitada, ainda se baralha um bocado... Escuso de dizer que se torna cada vez menos evidente mudar-lhe a fralda...
terça-feira, 20 de maio de 2008
Olhos
Para mim, junto com aquele sorriso irresistível, são os olhos o que a M. tem de mais bonito. Amendoados, com uma pequena curva para cima na parte interior, castanhos, de olhar profundo e que não se desvia. Meigos e dependentes quando está com a mimalhice. Extremamente expressivos, que até com a rolha daquela chucha na boca, se consegue perceber que está a sorrir, quanto mais quando se ri. O pai achou um disparate esta minha afirmação - não há nada de mais bonito na filha dele: é tudo igualmente bonito... Menina do papá...
Dar aos pés
No muda-fraldas em cima da cómoda dela está a ficar dificil. Já se vira toda para chegar com a mão à cesta com os cremes, as compressas e outros quejandos. É preciso enganá-la com um brinquedo qualquer para ficar virada para cima, senão fechar a fralda é tarefa quase impossível. O mesmo se passa com as calças. Enfia-se uma perna. Quando já está, tenta-se a outra. A primeira desenfia-se numa fracção de segundos. Volta-se ao mesmo depois de enfiar a segunda, regressando à primeira. Pois. Já saiu esta última outra vez. É o jogo do põe e tira, tira e põe.
Dá cá uma beijoca
Frase do meu pai para a neta quando se despediu dela ontem!!! Depois dobrou-se todo e acertou-lhe em cheio na testa com um beijinho quase fugitivo. Da vez anterior fez o mesmo. Nem parece o sr. coronel! O que uma neta consegue sem saber, que a filha conscientemente em tantos anos não conseguiu (também não tentei muito, verdade seja dita)...
Chucha
Dantes, era possível enganá-la com a dita quando já só estava a mamar por miminho. Quando eu via que já não tinha fome, dava-lhe a chucha à laia do engano e ela calava-se. Agora... Mesmo quando adormece na mama, e eu, cuidadosamente, tiro-lha para o pai, num jogo de dedos, lhe enfiar a chucha em substituição, já dá conta. Começa a pôr a língua de fora e, sem apelo nem agravo, chora por mais mama. Ninguém lhe consegue dar a chucha. É preciso pegar nela ao colo, geralmente, alguém que não eu para não ficar ainda mais irritada, e acalmá-la. Está a ficar esperta a menina...
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Pais não ouvem...
Deve ser genético... Só pode. A M. ainda está no berço ao lado da nossa cama. Ela dorme a noite toda, mas por vezes chora a dormir ou mexe-se mais e faz barulhos. De todas as vezes eu acordo porque dou pela coisa e normalmente ponho-lhe a chucha. Todos os dias de manhã queixava-me por não conseguir dormir por causa da filha que dorme toda a noite, especialmente porque o B. de todas as vezes não acorda e continua a ressonar, se preciso for. O B., a páginas tantas, propõe-me trocar de lugar na cama, para eu poder dormir descansada, convicto de que eu estou a exagerar e que é mentira que a M. precise de tanta atenção durante a noite. Pois... As primeiras noites correram bem. Ela fazia barulhos, ele acordava e punha-lhe a chucha. Mas... Eu também acordava na mesma, não dava era parte de fraca e deixava-me sossegada no meu canto. Depois, o B. começou a não dar conta do recado, e eu ia-lhe dando pantufadas debaixo do lençol para ele prestar atenção. Resumindo, continuava a acordar e o B. as mesmas vezes que antes de trocarmos de lugar - quando a M. chora a sério. Acabei por trocar de lugar outra vez. Mais vale! Já tentei pôr a M. na cama dela, no quarto dela, mas o pai não me deixou - "coitadinha!...". Esta semana preparei-o todos os dias para a ideia que ela hoje à noite vai passar para lá. Mas... Ela esteve com febre e passou mal a noite... Não sei, não...
Ficou com febre
No dia seguinte às vacinas a M. acordou com febre. Nada de anormal, já sabiamos que seria possível, apesar de nunca ter tido qualquer tipo de reacção por causa das vacinas antes. A ama pôs-lhe o Ben-u-ron enquanto vinhamos embora. Passou bem durante o dia e quando cheguei a casa estava bem-disposta, apesar de quente. Estava com 38.8º, mas sempre com um sorriso na cara. Mais um Ben-u-ron e ela aguentou-se à bronca - um pouco rabugenta, mais chorona do que o costume, mas nada de extraordinário. O pior foi a noite. A febre voltou a subir e ela estava muito irrequieta. Mamou às 23h30 e adormeceu na mama, mas quando a tirei acordou e já não quis dormir. O B. ainda tentou enfiá-la na nossa cama, sob o argumento que estava doente, mas comigo não pegou. Ao fim de um bom bocado a insistir, lá a pôs no berço e depois, meio amuado, deitou-se e adormeceu. Fiquei eu, com uma pedrada de sono de todo o tamanho à conta de uma noitada no dia anterior por causa do trabalho de fim de curso do cunhado que precisava de ser corrigido (e se precisava!!!), a tentar acalmá-la. Acabei por adormecer com a mão dentro do berço, tendo a perfeita noção de que fui para o reino de Orfeu a cantar "O Manel tinha uma bola". Quando voltei a abrir o olho, ela já dormia. Mas não num sono profundo. Durante a noite, acordei "n" vezes com o choro dela, apesar de ela estar a dormir. Parecia um jogo: doía, chorava, eu saltava a cabeça da almofada, saída de um sono profundo, punha-lhe a chucha estremunhada e adormecíamos as duas outra vez. O B. sempre a dormir... Hoje de manhã foi um castigo para acordar e ainda por cima, quando me queixei, ainda ouvi o marido a dizer "eu disse que ela devia ter ficado na nossa cama, ela está doente". Santa paciência...
Foi à pica
Foi levar as vacinas dos 6 meses na 4ª-feira. Como de costume fomos à tipiquita (entenda-se, a amiga enfermeira), fora de horas, aos Francisquinhos, para que seja possível ser o pai B. a segurar na pernoca gordinha da filha enquanto esta leva a pica e a mãe foge a 7 pés dali. Desta vez, o castigo foi no muda-fraldas, na WC, enquanto eu esperava do lado de fora, de olhos semi-cerrados. Esperei pelo choro. Não ouvi nada. Tornei a não ouvir nada. Até que a enfermeira me chama à recepção porque a filha já estava despachada. A cachopa não chorou!!! Levou duas picas, uma em cada perna, e não chorou!!! Parece que fez careta feia, mas com a brincadeira do pai e da amiga distraiu-se e superou a prova com nota 10!!! Bem diz a tia enfermeira: é mais maricas a mãe do que a filha!...
UUUpaaaaa!!!
É assim que a entusiasmo a levantar-se e a ficar sentada. Com ela deitada, dou-lhe as mãos e grito "Upaa!" e, sem fazer quase força nenhuma, vê-se a M. a levantar a cabeça, encolher os ombros, fazer careta de quem está a fazer força e levantar-se. Já sentada, delira com aquela perspectiva e olha em redor para cuscar tudo. Costuma acabar de barriga para baixo porque viu qualquer coisa que lhe despertou o interesse e debruça-se tanto que fica noutra posição involuntariamente.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Estranhou
O avô veio visitá-la hoje. Não é que a madame chorou?! Nitidamente, estranhou aquela pessoa que não vê muitas vezes. A ama bem a tentava distrair, eu fazia a minhas gracinhas, mas sem grande insistência, mas ela só sabia olhar para mim e chorar, ou pelo menos mostrar o beicinho. Mas o avô aguentou-se à bronca! Levou-a à janela, fez-lhe graçolas e caretas, conversou com ela, até que a M. acalmou. Depois, como a vi a querer voltar ao mesmo, peguei nela um bocadinho, depois pu-la no tapete, e a patir daí já brincou com o avô. Dizem que entre os 6 e os 9 meses costumam reagir assim. Nem imagino como será com os outros avós que estão lá longe...
Manhas
Pois é... Já as tem. Hoje, quando cheguei, a M. atirou-me um sorriso gigante e abanou-se toda na espreguiçadeira quando me viu. Logo a seguir, como brinquei com ela lá sentada e não a tirei, chorou. À grande! Já parecia gente crescida! A ama disse que agora estava assim - "só queria colo, só queria colo, só queria colo!", ao que eu lhe respondi, que não eramos nós que lho dávamos. Reacção? Sorriso de assentimento... Resultado: hoje fartou-se de resmungar comigo porque não lhe dei muita trela, quanto ao pretendido. Enfim... Mais vale em excesso que por defeito, mas...
6 meses
Já tem meio ano a minha bebé... Foi à sô dra, que gostou muito de a ver. 67 cm e 8 kg e 50, ou seja, percentil 75 de comprimento e 90 de peso. Para além disso, é cabeçuda a rapariga - percentil 95 de perímetro cefálico. Já mudou de tamanho de fraldas para o 4 (andei a resistir, mas já estava a ficar marcada...) e de regime alimentar. Para minha nostalgia, a M. já só mama duas vezes por dia: de manhã e à noite. Snif!... Agora, almoça sopa com caldo de carne e fruta (já só não come citrinos, morangos, kiwis e pêssegos, variando assim da maçã e da Pêra, que tanta aflição faziam ao pai, de monótonos que eram), depois lancha papa ou iogurte e também já janta sopa e fruta. Como disse a médica, já está "velhinha". Assim, sobra a mamoca logo de manhã quando acorda e à noite antes de se deitar. Hoje foi o primeiro dia. Quando cheguei a casa à tarde, a ama disse-me que tinha gostado da nova sopa e adorado a papaia. O iogurte de leite adaptado também tinha marchado bem. Não me afoçinhou como de costume e aceitou bem a sopa ao jantar, assim como a manga de sobremesa. Mas agora, antes de ir para a cama, aninhou-se toda e confortou-se com a amiga. A mim também me soube bem...
Domínio das extremidades
Levou o pé à boca no dia 8 de Maio. Logo a seguir, com um ar muito compenetrado, com os dedos, brincou com a etiqueta do boneco. Pormenores...
Virar
Já se vira com a maior das facilidades de barriga para baixo. Depois, porque quer apanhar tudo à volta, ci de barriga para cima sem querer, por isso, toca de virar outra vez para a posição original. Faz isto umas duas ou três vezes. No final, acaba fora do tapete e à porta da sala. A cara de contentamento quando se põe de barriga para baixo é tal, que até dá gozo. Eu por mim, bato-lhe imensas palmas e grito "Boa!". Ela agradece com um bruto sorriso. Não há como pais de primeira vez...
Mexilhona
Foi o adjectivo usado pela ama para descrever a minha filha. Dá à bicicleta non stop tempos infindos, já roda por completo, tipo compasso (entenda-se 360º), no tapete de actividades, rebola até à porta da sala e em três tempos desvia ao pontapé o ginásio para fora do seu alcance. A comer já empurra a mesa com as pernas e quer agarrar tudo. Ontem, atirou-me com o tupperware cheio de água ao chão e, não satisfeita, logo a seguir foi a alface para dentro do balde de lavar o chão. A minha tia diz que sai a mim: lembra-se de um dia por tanto ter dado às pernas a comer, acabei por atirar o prato ao chão e parti-lo. Só espero que não chegue ao extremo que eu cheguei - a bela da trela cor-de-rosa!...
Papa
Atrasado um mês, porque queria juntar o som. Como nunca mais consigo, ou porque me esqueço, ou porque o pai não grava, fica o filme para depois e o relato para agora. A M. começou com as sopas e só depois com a papa. Como estava gorda e eu continuo a produzir qual vaquinha mimosa, a enfermeira sugeriu, e nós aceitámos, que a M. só comesse papa aos 5 meses e mesmo assim, só 3 vezes por semana. A sopa sempre marchou muito bem. Abre a boca antes da colher chegar e não podemos demorar muito entre colheradas. A fruta então nem se fala. Adora. Aí nem coçar o nariz entre duas colheres sou senhora (literalmente). Aos 5 meses tentámos a papa. É claro que foi o B. que deu - tudo o que é doce ele faz questão de dar em primeira mão (foi o mesmo com a sopa de batata doce...). A primeira colher provocou a careta do desconhecido. A segunda já tinha a boca aberta para a sua chegada. A partir da quinta tinhamos efeitos sonoros a acompanhar. Abre a boca assim que engole, começa a entrar numa agitação só, esperneia, chora e irrita-se se demoramos mais uns segundos do que o suposto e faz muitos "Uh! Uh!" enquanto vê a colher a chegar. Só visto e ouvido. Contado não tem metade da graça...
Dá a mão!
Esta é a gracinha que a tia acha que a M. faz tão bem. Estende-lhe a mão e num tom bem imperativo, diz-lhe em alto e bom som: "M.! Dá a mão!". A M. como vê uma mão estendida, como é evidente, tenta agarrar. A tia excitadíssima, grita-me: "Vês! Vês! Já dá a mão!". Se por acaso, a M. ignora a ordem e não agarra, a conclusão é lógica: "Mas é só quando ela quer!...". Good dog, wof!
3 caracois
A M. quando nasceu trazia cabelo. Cabelo esse que pouco caiu. Na altura alvitraram-se vários palpites, mas só eu e a madrinha acertámos - no dia em que nasceu afirmámos as duas convictamente de que seria encaracolado como o pai, à conta das pequeninas ondulações que se faziam notar naqueles fios de cabelo tão pequeninos. Hoje, com o cabelo a crescer, tem o lado esquerdo meio ondulado e com menos quantidade (não sei porquê, visto que a viramos para o lado contrário do anterior todas as noites) e o lado direito com 3 caracois bem empinados. São tão engraçados, que até o pai, que adorava vê-la penteada (enquanto eu, à revelia, lhe passava a mão por cima para ficar parecida com o Tintin e a sua popa), agora já não penteia tanto só para lhe adorar os caracois. Só não são é dourados, senão, tendo em conta a papa que ela come e como dorme em qualquer lado, ainda achava que era a menina do conto infantil...
Babá...
Às vezes chego a casa à hora do passeio da M. com a ama. Quando ela me vê, acelera o passo do jardim até à porta de casa, para me apanhar à chegada. À conta disso, apercebi-me de que vai para a rua de bata branca a empurrar o carrinho da M. Deu-me a sensação de pedantismo da nossa parte, que até temos uma senhora só para a filha (tontice, eu sei). No outro dia, fui ao café aqui ao pé de casa com a M. Descobri que a minha filha já é conhecida. O rapaz brasileiro, depois de se meter com ela até lhe sacar o famigerado sorriso, perguntou-me timidamente se ela não era a bebé que costumava ir passear com a babá. Tive vontade de me enfiar num buraco...
Manual de sobrevivência
A M. já pode escrever um: "Como sobreviver a um dia com a tia"! Na sexta-feira ficou em casa com a tia. Era suposto a ama chegar à hora da sopa, mas por vários contratempos, alheios à sua vontade, acabou por nem aparecer. A tia foi instruída, tanto na parte da fralda, como do biberão, e de como aquecê-lo, como prender na espreguiçadeira e no ovo para ir passear. A sopa ficava para a ama dar, alterando-se por isso o horário de alimentação da M., para não complicar muito. Pois... A medo, ficou o pai com o carro, e veio a casa à hora de almoço. Foi dar com a tia a dar o biberão ao contrário. Ou seja, aquele que eu achava mais evidente de dar - o da Chicco inclinado - foi precisamente a pior escolha. A desgraçada da M. estava a fazer um esforço enorme para mamar naquela coisa torta e a tia espantadíssima com a "porcaria" do biberão que deitava muito por fora. Para além disso, o leite não estava bem aquecido. Acham mau? Esperem... O babete encharcado de leite não estava bem. A tia isso percebeu. O que não alcançou foi a solução: em vez de o substituir, deixou-o ficar por debaixo de um seco e lavado. A M. à noite tinha a parte inferior das bochechas meia avermelhada... O B. deixou a sopa pronta para aquecer e cozeu a maçã para que não houvesse complicações - basicamente, o meu marido nesse dia não almoçou. A tia, obcecada com dietas e informações com estas relacionadas, pertinentemente, perguntou se podia dar a maçã primeiro - é que a fruta come-se sempre antes da refeição para não engordar!!! Tinha ensinado a mudar a fralda no dia anterior. Vá lá, só deixou o body sujo de cocó por fora... A M. fartou-se de passear nesse dia, mas sempre num ovo com o cinto por apertar, porque a boa da tia não conseguiu atinar com aquela invenção da NASA... Quando cheguei a casa, às 5h da tarde (malditos transportes públicos!!!) fui dar com uma tia cansada, mas feliz, e uma filha com pêra seca na sobrancelha e dentro do nariz. A tia só dizia que o dia lhe tinha parecido muito graaande e que estava meia azambuada. Não percebia porque a M. não se senta ao colo - "é que só está bem de pé!" - comentava ela, enquanto apalpava os músculos dos braços já doridos. Pudera! A apertá-la daquela maneira, a M. defende-se esticando as pernas. Resumindo: a M. no dia seguinte, para recuperar do cansaço, dormiu uma sesta de 3 horas seguidas à tarde e a tia diz que chegou a casa, deitou-se e só se levantou no dia seguinte. É como diz uma amiga - já sei que dar, dá, mas só por um dia, e só quando tiver mesmo de ser!!!
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Livros
Folheei alguns deles no Feira Nova e pareceram-me bem feitos. Fiquei entusiasmada com a colecção, até porque cada um custa € 3,96. Uma excelente ideia esta, especialmente os últimos títulos que narram a história recente e que poucos conhecem ou sabem reproduzir. Espreitem o site da editora - Quidnovi e depois no infanto-juvenil, a colecção História de Portugal. Desde os Lusitanos, os primeiros habitantes do território português, até à entrada na União Europeia em 1986, a colecção "História de Portugal" descreve os principais acontecimentos que ocorreram no nosso país. Devidamente documentados e profusamente ilustrados, os 17 episódios da nossa história narrados nesta colecção, têm uma base pedagógica e destinam-se a crianças em idade escolares. Além de um glossário em cada volume, constarão fichas biográficas de personalidades relacionadas com o período histórico tratado. A colecção tem revisão científica da Dr.ª Cristina Pimenta, investigadora do CEPESE, da Universidade do Porto. Títulos: 1 - Um país à espera de nascer - Primeiros povos 2 - Como nasceu Portugal - D. Afonso Henriques 3 - Tempos difíceis para a monarquia - O problema da sucessão 4 - Aqui se afirmou Portugal - A Batalha de Aljubarrota 5 - Um novo Mundo - Os Descobrimentos 6 - Uma aventura até à Índia - A viagem de Vasco da Gama 7 - Um golpe do destino - A descoberta do Brasil 8 - O destino de um guerreiro - A morte de D. Sebastião 9 - A reconquista da independência - A Guerra da Restauração 10 - Reinou sem ser rei - O Marquês de Pombal 11 - O tempo de Napoleão - Invasões francesas 12 - Um novo Portugal - A Revolução Liberal de 1820 13 - O fim da monarquia - 5 de Outubro de 1910 14 - Anos de ditadura - Salazar 15 - A luta pelas colónias - Guerra do Ultramar 16 - 25 de Abril - Revolução dos Cravos 17 - O futuro de Portugal - A União Europeia
Etiquetas: história de Portugal, livros, quidnovi
Mais um dente!
Ao lado do primeiro, uma coisinha de nada branca a despontar, como quem não quer a coisa...
Pato
Também na Imaginarium,
o pai perguntou se havia alguma coisa para brincar no banho. A rapariga mostrou um pato que nos deu a volta na hora. Trata-se de um pato de borracha, com uma argola que tem daqueles mordedores para os dentes a nascer, com uma particularidade especial: canta. Faz "quá! quá! quá!", "glu! glu! glu!" e outros sons afins. Um espectáculo! A M. adorou, tanto fora de água, como depois dentro, e fartava-se de rir e dar guinchinhos de cada vez que punhamos o dito a grasnar. Até o pai gostou do brinquedo, ao ponto de o apanhar sozinho com o bicho na sua cantoria!... Só tem um senão: a pilha não é reutilizável, por isso, quando acabar o quá quá, acabou mesmo...
Pegadas
Fomos à Imaginarium comprar tintas não nocivas para pintar o pé da M. e fazer a sua pegada mensal. Todos os meses, pinto a sola do seu pequenino pé e deixo a marca para colar no seu diário. Até agora, tenho utilizado uma sombra para os olhos em creme, que comprei há muito tempo (lembras-te Joana?) e que, para variar, não uso. A cachopa, coitada, de todas as vezes que o fazia, ao passar o pincel no pé, desatava a abrir e a fechar os dedos do pé, como quem está cheia de cócegas, mas nunca se queixou. Achei que desta vez merecia algo melhor. Comprámos umas tintas próprias para criança e à noite, antes do banho, escolhemos uma cor - o verde - para a dita pegada. A pegada foi fácil de fazer, por isso tentámos a mão também. Pois... Era verde nas mangas, nas unhas do pai, uns borrões futuristas na folha branca de papel, mas marca da mão, que é bom, nem pensar. Sempre que se encostava a mão ao papel, ou melhor, sempre que se tentava encostar, ela fechava-a e olhava para a folha com um ar espantado. Eu desmanchava-me a rir e ela ainda ficava mais surpresa e depois sorria para nós, como que a entrar na brincadeira. Acabámos por desistir da mãozada. A pegada ficou bonita. Mas mais bonitas ficaram as unhas dela - verdes - ao ponto de a ama hoje de manhã perguntar o que se tinha passado... Desculpa filha, tens uns pais um pouco apanhados do clima...
Brinquedos didácticos
Espreitem! Tem coisas bem giras!... http://www.omundofazdeconta.pt/loja/index.php
Etiquetas: brinquedos, comprar, didáctico
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Rompeu!
Foi no dia da mãe! A Madalena já tem a pontinha branca do dente de fora. Fica em baixo, do lado direito, e só se vê um bocadinho. A nova moda agora é, depois de mamar, com um ar concentrado e muito sério, morder um bocadinho, com jeitinho, devagarinho, para experimentar. Escuso de comentar os salto que dou... O pai até comentou, com uma pontinha de ciúme, que para a mãe teve prenda e para o pai não... Tal prenda!!!
Descobriu a mão
Fui dar com ela a mirar a sua mão, concentradíssima e espantada com tamanho fenómeno, rodando-a e observando os seus pormenores.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Segura o biberão
Foi a ama que ensinou: dá-lhe o biberão para as mãos e ela pega nele direitinho. Depois tenta levar à boca, mas não acerta com a coisa na parte certa - normalmente, acaba a roer a parte de cima da tetina.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Condecoração
Caras de dormir
Tem duas. Durante o dia, aquelas sestas curtas, um passar pelas brasas, só para descansar um bocadinho, dorme de sobrolho tenso, franzido, com uma cara como que de zangada ou preocupada. À noite, quando adormece pela última vez, fica com a cara lisinha e serena, sem qualquer tipo de expressão. A cara até parece maior, tipo lua cheia. Sai a mim, a malandra...
Mamar
Agora tentou uma nova modalidade, mais dificil: mamar com o dedo indicador na boca. Foi ontem de manhã. Estava muito bem a mamar e lá para o final, já meia saciada, continuou de boca cheia porque não quer largar logo. Desta vez, tentou enfiar o dedo também, a ver se dava jeito. Não me deu a mim, que lhe tirei logo tudo da boca, para ela depois refilar comigo. Hoje repetiu a façanha, e eu voltei-lhe a fazer o mesmo. Já me viram bem a nova manha que quer arranjar?!
Morde o ginásio
Literalmente! Vai rodando sobre si de tanto espernear até chegar com a boca ao ginásio. Se não tivermos cuidado, abocanha-o, tipo cão. Maldito dente, que nunca mais nasce!...
Ajuda do avô 2
A Lúcia voltou a faltar 15 dias depois (não é baldas - estas ausências dão-nos jeito).Tornei a ligar ao avô, confiante de que não haveria negas - acertei. Desta vez, não foi preciso vir tão cedo - a Lúcia veio logo de manhã, deu-lhe a sopa e passou o testemunho ao meu pai, que por sua vez, teria de mo passar a mim para ir ao dentista. Deixei à Lúcia as orientações para o meu pai dar o biberão e segui caminho. O meu pai lá chegou antes do tempo, deu ordem de soltura à ama e entreteve-se com a neta. Aguentou-se à bomboca e até nem foi preciso dar o biberão, porque como vim mais cedo, ainda vim a tempo de dar de mamar. Na hora de ir embora, faz o mesmo que todos nós: despede-se, vira costas, para, volta para trás, faz mais uma graçola, e outra a seguir, vê-a a rir, repete uma terceira vez, depois diz que tem de ir embora e despede-se por uma segunda vez, e já à porta de casa, arreda pé uma última vez para mais uma piada e um sorriso. Beijinhos é que ainda não. Há que dar tempo ao tempo ao sr. coronel...
Ajuda do avô 1
A ama da M. precisou de faltar no meu segundo dia de trabalho. Para não ter de pedir logo batatinhas, e como não dava jeito ao B. ficar em casa, lembrámo-nos do meu pai. Minto. Lembrou-se o B., o que eu, incrédula, achei impossível. Mas por insistência dele, acabei por ligar ao avô babado, só para confirmar que ele não ia achar bem. Pasmem-se. O meu pai achou uma excelente ideia! Disse-me que tudo bem e que se ela chorasse, não tinha outro remédio senão aguentar-se à bronca. A minha alma ficou parva. No dia em questão, lá chegou às 8h10 (o avô até madrugou nesse dia!!!) e conforme lhe ia tentando explicar as coisas, ele despachava-me! Só me dizia "vai-te lá embora, senão chegas atrasada". Nem as frldas o assustaram! Tinha de ficar com ela até à hora da sopa porque a Lúcia só devia chegar por essa hora, mas não estava nada preocupado com o assunto - "diz-me lá como é que se aquece, que eu dou". Saí mais ou menos descansada, confesso, por já ter visto antes o meu pai em acção com a M. E de facto, não se atrapalha nada com o choro dela - pega nela, leva-a ao colo para a janela e calmamente, na conversa, dá-lhe a volta. Ao bater a porta de casa, deixei a filha na espreguiçadeira a rir, para o avô que, de gatas (imaginam o Dr. Timóteo nestes preparos?!), lhe fazia caretas. Por volta das 10h30, ligou-me para o telemóvel. Mau, pensei eu, algo se passa... A pergunta era simples: "ela quer dormir. Deixo?"... A Lúcia lá chegou a horas da sopa e ele aviou-se para ir almoçar com os amigos. À ama perguntei o que estavam eles a fazer quando ela chegou - a M. estava no berço e o avô, a jogar à paciência no computador, estava com uma mão dentro daquele para entreter a neta exigente... Olhem que ele há coisas!...
Já se virou!
Ontem, às 22h30, no tapete de actividades. Já tinha feito "n" tentativas e parava a meio porque não sabia o que fazer ao braço. Ficava de lado e depois tornava a cair de costas. Ontem atrás da banana do tapete, que estava mais para trás, tentou apanhá-la com a mão que estava mais longe. Esticou-se, esticou-se, esticou-se e vai daí... virou-se de barriga para baixo. Eu estava no chão, na brincadeira com ela, o pai estava sentado à mesa. Olhei para ele e vi-o com o mesmo olhar que eu - o de vitória. Impressionante como o simples virar de barriga para baixo faz destas coisas...
Castigo da madrugada
A M. dorme a noite toda. Costuma ser, o mais tardar, da meia-noite às 8 da manhã. Maravilha, sortudos, abençoada criança, dizem vocês. Mais ou menos. Ela dorme, eu nem sempre. Por volta das 4h30 (tem dias que é só às 6h00), a M. começa a fazer barulhos. Ou os típicos de bébé a dormir, ou então chora por causa dos puns! Não sei porque raio o ar a mais nas suas tripas pequeninas quer sair e não consegue aquela hora maldita!... A criança fica atrapalhada e chora, a dormir, até conseguir expelir tais incómodos. Ponho-lhe a chucha e ela cala-se, mas eu vou acordando, para lhe pôr a chucha, umas quantas vezes até à hora de levantar. Curiosamente, por volta das 8h00, que é quando tem de acordar, a coisa acalma e por isso, no fim-de-semana, a criança deixa-nos dormir mais uma hora descansados.
Tecidos
Deixo a dica a quem procura algo diferente e bonito. Campo de Ourique, famoso pela R. Saraiva de Carvalho das lojas dos tecidos, que inclui o Vidal, tem uma nova loja (pelo menos para mim) ao pé do mercado, por detrás da igreja: Carmin D'ourique. Tem tecidos fantásticos, um atendimento excelente e muito bom gosto. Espreitem. http://www.carmimdourique.pt/
Anedota de loiras
A tia decidiu ajudar a mudar a fralda. Abriu a dita, cheia de chichi, espreitou lá para dentro e não viu cocó. Conclusão brilhante: "não está suja, podes usar outra vez"! Digam lá se não parece anedota de loira burra com o seu corrector no ecrã?! Só falta é explicar para quem não conhece a peça, que é morena à farta...
Banho
O pai ensinou a gracinha do banho: chapinhar... Sentou-a na banheira, pegou-lhe nas mãos e começou a bater na água com toda a força. Escuso de dizer que a menina achou piada à coisa e agora não se quer: 1) deitar na banheira para ser lavada, 2) sair de dentro de água. Resultado: chão molhado, filha feliz com água a voar por todos os lados e depois muito infeliz porque saiu da água e já está embrulhada na toalha. À conta disso, aqui a assistente do banho tem de inventar diariamente novas graçolas para a fazer esquecer da água e do choro...