segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Azelhice?

Hoje foram 4 bodies, 4 calças e 5 babygrows lavados. Basicamente, cada mamada, cada muda de roupa lavada! Não sei se fui eu que fui trapalhona a pôr a fralda, ou se é a M. que anda rota... Por isso, já sabem, nada como ter muita roupa interior. Oferecçam a amigas grávidas. É uma excelente prenda...

Arroto preguiçoso!

É só para verem que não exagero - no outro dia, com ela sentada ao meu colo como se eu fosse uma cadeira, no espaço de uma hora foram 23 arrotos... Contei-os todos! Destes, arroto, arroto, daqueles à séria, de bejeca, foram só 3. O resto são umas coisas pequenas, mas que deitada não permitem o conforto e por isso provocam o choro.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Dia dos namorados

Esqueci-me de contar, mas vale a pena, por isso volto um bocadinho atrás no tempo. Fez nesse dia um ano que decidi começar a tentar. Saí a correr do trabalho e fui às compras ainda mais a correr. Preparei um rolo de carne fantástico (receita da tia Palmira, cozinheira de mão cheia), uma sobremesa e um bom vinho. Mesa posta a rigor, quando o marido chegou a casa, foi só sentar à mesa e jantar à luz de velas, com uma boa música de ambiente. Depois... Deixo as vossas imaginações funcionar. Como não dou valor a este dia como de S. Valentim, recuso-me a entrar em esquemas comerciais. A minha prenda de 2007 foi um jantareco e a decisão mais do que ansiada de ter filhos (esperou 4 ou 5 anos, o desgraçado!). Não sonhei na altura que um ano depois já teria uma filha de 3 meses, confesso que pensei que demorasse mais. Este foi o filme de 2007. Passo a relatar o filme oscarizado de 2008. Com uma bébé pequenina não dá para inventar muito, por isso optei por outro jantar romântico, nos mesmos moldes do ano passado, mas com um prato diferente. A M. costuma ficar sossegada na espreguiçadeira enquanto jantamos e mama por volta das 22h30, adormecendo uma hora depois com uma directa até às 8h da manhã. Por isso, tendo grelos frescos, fiz o bacalhau da tia-bisavó da Madeira (recomendo) - o B. adora. O jantar estava feito à hora de almoço - era só ligar o forno para dourar, a mesa também estava posta novamente a rigor e a M. a mamar, porque tinha de ir à minha vacina das alergias e ainda queria dar um salto nos Francisquinhos para ver a malta amiga. Só utopias! A M. mamou tardíssimo e o arroto veio mais tarde ainda - eram quase 17h quando saí de casa. A vacina demorou e quase apanhou a hora da mamada seguinte. Como gosto de aventuras meti-me a caminho da ginástica para espairecer a cabeça de dias enfiada em casa. A M. adormeceu e só mamou às 18h50, logo a promessa de não chegar tarde caiu por terra... Ideias tristes... Chegada a casa, ligou-se o forno e o B. teimou em ir comprar gelado para a sobremesa - ideia ainda mais infeliz... Chegado ele a casa, apagaram-se as luzes, acenderam-se as velas e a M. foi para o seu trono. Pois, neste dia achou que era um reizinho mal-disposto e vai de chorar o tempo todo. Resumindo: jantei eu primeiro a correr porque sua excelência estava com fome e depois, enquanto ela mamava, o B. jantou. A seguir... Era suposto ela dormir para nós namorarmos. Nããããããão. Foi um inferno para arrotar. O B. comeu demais e ficou super, hiper mal-disposto e acabou por adormecer. Aqui a je aguentou-se até à 1h da matina, hora a que a minha filha se dignou adormecer, para depois também eu, derreada, cair na cama. Digam lá se os filmes não são parecidos?!

Frase do pai

Uma das melhores comparações até hoje... Ontem a mudar-lhe a roupa, o pai pegou nela e encostou-a ao peito só de fralda. Ela para variar aninhou-se naquele pai enorme. Perguntei-lhe se não achava que havia uma grande diferença em pegar na M. com e sem roupa - sem roupa é muito melhor. A resposta foi: "É como fazê-lo com ou sem preservativo"! Sem comentários...

A conversa dela...

Isto é o que a M. me conta diariamente. Quem não tiver pachorra, não oiça...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Manhas

A primeira a sério já está: não pode estar sozinha. Não tem de ser no colo, pode estar na espreguiçadeira, mas não me permite ignorá-la. Tenho de estar presente e a conversar, a cantar, a dançar, o raio que o parta, não interessa, o que importa é dar-lhe importância. Se a deixar sozinha, o resultado é sempre o mesmo: chora. Primeiro, só um aviso, com uns Ãhs mais altos, depois entra num crescendo, que até parece que anda nas aulas de canto. Hoje deixei-a chorar. Fui tratar do jantar e deixei-a chorar. Foram 10 min de crescendo. Ao fim desse tempo, vim ver o que se passava porque o choro já tinha entrado num tom aflitivo. Assim, que me viu, parou de chorar e riu!!! A sacana riu-se! Nem deu tempo de secar lágrimas se as ouvesse. Por isso, o truque, quando não a quero ouvir, é ler em voz alta. O meu livro, um livro para ela da Branca de Neve e até as legendas da televisão. A madame, desde que olhe de vez em quando para ela, fica satisfeita. Mas penso que a culpa também é minha. Sempre tive o cuidado de não a habituar ao colo, a nossa cama, adormecer no nosso peito, enfim às manhas que eles normalmente ganham. Quando bébézona e dormia muito, sempre que a apanhava acordada, aproveitava para brincar e conversar com ela. Agora que dorme menos, quer o mesmo, mas muito mais tempo. Mas o mea culpa não é só meu. Também é do feitio dela!

Concertos para bébés

A M. foi no domingo ao seu primeiro espectáculo - um concerto para bébés, para meninos a partir dos 3 meses no Centro Cultural Olga Cadaval. Por trabalhar lá, tenho o privilégio de conseguir sempre bilhetes (comprados, é claro!) para este espectáculo, cuja temporada inteira esgota na primeira semana em que é aberta a bilheteira. O Olga Cadaval já apresenta este espectáculo tão procurado há uns anos - penso que desde 2004. O objectivo é iniciar as crianças na música, interagindo com os instrumentos. Cada espectáculo, seu tema, com um instrumento central, os músicos cantam e vão buscar os miúdos para mexer no instrumento. Sentamo-nos no palco, em quadrado no chão, numas almofadas coloridas, com os meninos ao colo. Os bébés à frente, os que já andam atrás. A certa altura até dão soltura aos meninos para andarem pelo palco. A canalha adora. A M. ficou no meu colo, com o pai a ver do outro lado, e teve o acórdeão e o saxofone alto ao pé, que vieram ter com ela e com quem estava no nosso canto. Não pestanejou. Em todo o tempo do espectáculo esteve muito séria a olhar para tudo, sem chorar, nem se distrair. A menina que estava ao lado, que teria talvez 6-7 meses, ainda se meteu com ela, deitando-lhe a mão, mas a M. nem lhe ligou. Ignorou e continuou siderada a olhar para tudo o que se passava à frente dela. Foi uma experiência positiva. Voltamos em Março, Abril e Maio. Estes já estão esgotados, mas estejam atentos porque em Junho e Julho há mais. Recomendo vivamente.

Concertos para Bebés
16 de Março - Almas e Aleluias 20 de Abril - Zeca de Cravo
18 de Maio - Maias e Rosmaninhos São cravos, violinos, saxofones e berimbaus. Também cavaquinhos, guitarras portuguesas e rosmaninho. Muitas chupetas, sorrisos e olhos de espanto. Viagens por Mozart, Corelli e Monteverdi, que embalam netos ao colo dos avós. Um violoncelo e um acordeão espreitam uma bailarina atrevida. Os cantos não têm palavras, mas estas contam muito pouco das emoções partilhadas entre intérpretes e bebés.Há quem chegue em busca do efeito Mozart ou de uma história musical, encontra um silêncio cheio de sons. Há quem entre em palco com vontade de dançar e bater palmas, e se surpreenda com a vontade de contemplar. Dos poéticos jardins e palácios de Sintra se viaja ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, os olhos abraçam ouvidos e aninham-se perante aquelas fadas que cantam músicas diferentes. Num ápice, intenso, acabou-se o concerto.

Caroladas

É cada uma que até parecem 3! Quando está ao ombro para arrotar, como ainda não segura a cabeça, por vezes esta anda à solta por segundos, e é nestes breves momentos que ela me agride sem mais nem ontem. Às vezes acerta no queixo, às vezes na boca e uma vez no nariz. Até vi estrelas!!!

Queijo!

A minha filha é uma fábrica de queijo!!! Toma banho todos os dias e uso água da Uriage fora do banho se está muito borrada, no entanto, as suas várias pregas criam sebo em barda. Nunca pensei que fosse possível... É nos dedos dos pés, por detrás dos joelhos, nas axilas, nas virilhas, por detrás das orelhas, por debaixo do queixo e sobretudo, no umbigo. Sai um produto nhanhoso, tipo sebo, com cheiro a queijo. E queijo dos bons, daqueles que cheiram mal! Diz que é normal. É ter cuidado e ir passando uma compressa molhada para limpar. É sobretudo normal quando se é rechonchuda como a M. ; )

Roupa

O pai sempre foi vaidoso com ele e comigo. Agora com a filha, nem comento! Ele é calças de bombazina, ele é vestidos cor-de-rosa, ele é babygrows pipis com lacinhos... Mas apesar desta descrição, o rapaz até tem bom gosto. Era escusada tanta roupa para uma criança de 3 meses, mas enfim, cada um com as suas idiossincrasias... A nossa preferência em termos de qualidade e adequação à idade, pelo menos para bébés, é a Chicco. São sinceramente bons e tem coisas lindas e giras. Sobretudo se queremos fugir ao padrão rosa querido da menina e ir para algo mais traquina e colorido, apesar de feminino. A Jacadi também tem coisas lindas de morrer, mas aí não há alternativa - é menina meninice e é caro para burro, mesmo nos saldos. É claro que o pai também se perdeu por lá. E a roupa é fantástica!!! (eu não disse isto...). Aprendi contudo uma grande lição: - esperar pelos saldos (a Chicco começa com 40% logo à partida), - nunca comprar muita roupa porque deixa de servir num piscar de olhos, - comprar sobretudo babygrows porque é o mais prático e mais confortável, - muita, mas muita roupa interior porque as borradas até às costas e a fugir pela perna são mais que muitas - e o tamanho é sempre o a seguir, ou seja, se tem 1 mês comprar para 3 ou para 56 cm (não imaginam a roupa para 6 meses que tinha guardada que afinal já lhe serve e está mesmo a fugir...)

6 e 600!!!

Era o peso da M. com 3 meses e 3 dias... Não é à toa que a minha tendinite tenha vindo a piorar de dia para dia... Já quase não dou uso à mão esquerda!...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Presente

Quem me conhece sabe que adoro de paixão banda desenhada. Há uma que acho de leitura obrigatória para quem tenha de lidar com adolescentes - Zits. De autoria americana, narra as aventuras e desventuras de um jovem com 15 anos, que nasceu no seio de uma família dita normal, sem disfunções, com uns pais amigos e extremosos e uns amigos porreiraços. Aconselho vivamente a sua leitura para perceber um pouco as reacções que tanto nos enervam na idade do armário, e para além disso, o sentido de humor é genial. Ontem li uma tira na qual me identifiquei. No primeiro quadrado vê-se o pai debruçado sobre um berço com ar embevecido a prometer ao filho que estará sempre presente na sua vida. No segundo quadrado, o mesmo pai, já com um ar convicto, diz a mesma coisa ao filho com 7 anos. No terceiro e último quadrado, o dito, de braços cruzados e cara de poucos amigos, diz ao filho já com 15 em frente ao PC, "estou aqui quer queiras, quer não". Desde que a M. nasceu, já lhe prometi várias vezes a mesma coisa. Quero e vou estar sempre com e por ela, mesmo que ela não queira. Como uma vez me disse uma mãe, é conseguir que ao entrarem na idade do armário, deixem a porta aberta, para podermos espreitar lá para dentro de vez em quando...

3 meses

Ontem, às 22h00, lembrei-me. Àquela hora estava a fazer a respiração tão bem ensinada e a preparar-me para o facto de ir ser mãe em breve. Não imaginava na altura como ia ser, só palpites. Uns certos, outros nem por isso. Ontem, às 00h30, com o pai e a filha a dormirem ao meu lado, espreitei para dentro do berço, e pela primeira vez caiu-me a lágrima da emoção. Em silêncio, afaguei-lhe o rosto. Em resposta, obtive um profundo suspiro, que sei, ser de serenidade.

Obrigada tia Joana!

A lembrança de que as amigas estão vigilantes e se mantêm firmes, apesar das distâncias... Um beijo de retorno com o mesmo carinho que foi impresso no presente.

Hormonas

Cabeça de alho chocho que estou, no final da caixa da pílula de amamentação, aqui a je esqueceu-se de no dia seguinte começar outra. E esqueceu-se por mais 7 dias. Conclusão: no belo do sábado seguinte andei mal-disposta o dia todo. Era uma má-disposição esquisita, não era de estômago, tipo comida que me tivesse feito mal, não era muscular, mas era tudo ao mesmo tempo. O B. passou o dia a dizer para eu beber água com gás, por mais que eu lhe explicasse que não era esse tipo de má-disposição... À noite, percebi. Era o período!!! Uma dor estúpida nas entranhas, como nunca tive na vida! Como se não bastasse, fiquei de caganeira. O desaranjo hormonal deu em desanranjo intestinal também... A certa altura já nem me tinha de pé e a M. a chorar com o mal-fadado arroto preguiçoso que não queria sair. Às tantas o B. lá percebeu que era a sério, levantou-se apesar do cansaço, e pegou nela até ela adormecer. Eu aterrei na cama, depois de confirmar com a amiga enfermeira que era normal isto acontecer quando se tem a cabeça cheia de ar, e lá adormeci também enroscada, para doer menos. Durou 3 dias o desgraçado do benfica. Depois... Depois quando passou, tive outra surpresa... Não é que me subiu o leite outra vez?! Acordei de manhã com as mamas tipo pirex virado ao contrário, a rebentarem de cheias que estavam! O que me valeu: a M. já ter quase 3 meses e por isso saber mamar e ser mamona (abençoada filha) e já ter a lição aprendida da primeira vez. A M. esvaziou quase uma (depois dormiu um sono de 5 horas, tal foi o fastio) e eu com a bomba tirei grande parte da outra. Para saberem a vaca leiteira tirou 250 ml só da mama direita que é a que produz menos. Depois voltei aos pachos quentes - as luvas cheias de água aquecidas no micro-ondas - e às massagens feitas por mim, porque o marido estava a trabalhar. Posso dizer que doeu à brava desfazer os nódulos que ficaram. A minha cabeça está cada vez pior, e como se costuma dizer, quando a cabeça não tem juízo o corpo é que as paga...

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Afinal constipou-se...

Disse que a M. tinha resistido à aventura do fim-de-semana e respectiva viagem de regresso cedo de mais. Na segunda-feira estava óptima e sem sintomas. Na terça foram espirros e tosse. Agora está com o nariz entupidíssimo, a espirrar e com tosse até a dormir. Mas não tem febre, do mal o menos. A ver vamos se o soro, o saca-mamas e os vapores resolvem...

Fui egoista...

Fui à ginástica pós-parto como de costume. A M. mamou lá, dando-me uma janela de tempo confortável para chegar a casa. Por isso, e para esperar um bocadinho pelo marido que queria boleia do trabalho, fui visitar o avô. Como fui sem pré-aviso, foi uma loucura. O meu pai já pega nela assim que a vê e agarra-a contra o peito com entusiasmo e felicidade. Nisto chegou a minha tia. Pela 3ª vez consecutiva, a M. que estava toda contente a rir para o avô como é normal, começou a choramingar no colo dela. Resumindo, antecipou a hora da mamada. Como a casa está fria e cheira a tabaco, já eram 8h da noite, ela demora a arrotar e eu não gosto de lá estar, para ser sincera, peguei nela e vim-me embora para casa. Nunca mais. Pode estar uma névoa de fumo, mas não repito a proeza. Vim o caminho todo, que durou cerca de 15 minutos, com ela aos berros. Um choro de cortar o coração, porque com fome a rapariga faz-se ouvir (sem exagero - quem já a ouviu não quer acreditar que é só fome). Resumindo, fiz a viagem numa pilha de nervos, ela não se calou e quando chegou a casa e finalmente mamou, só o fez por metade do tempo e caiu redonda a dormir no meu peito de cansada que estava... Senti-me do tamanho de uma formiguinha, de má que tinha sido. Prometo que não repito, filha.

Quer conversa

A M. descobriu que é divertido palrar por dá cá aquela palha. Ontem, não dormiu nada o dia todinho. Só queria companhia. Mas atenção! Não basta estar ao lado dela como presença passiva. Nããããão. Tem de se conversar. E ela ri-se e palra. Nem imaginam o que eu já inventava para não me calar. Houve uma altura que me cansei - mãe também se cansa - e calei-me por uns minutos a olhar para a televisão. De repente ouvi uma espécie de guinchinho a ameaçar o choro. Perguntei logo o que se passava e em segundos o beicinho transformou-se em sorriso de felicidade. Para perceberem, para limpar a casa (tarefa ingrata, com tanto melhor para fazer...) tive de ir levando a espreguiçadeira atrás de mim e ir explicando o que estava a fazer à madame - ora limpava o pó à linda prateleira, ora passava a esfregona no chão do quarto para não ficar pó... Tudo numa voz mais aguda, como intuitivamente se fala com bébés. Depois, o banho foi num instante. Acho que nunca poupei tanta água como agora - eu gastava rios de água no duche (é verdade. Mea culpa, mea mui grande culpa. Mas também é o único momento em que esqueço da ecologia) - de porta aberta da banheira a falar enquanto me esfrego à pressa, porque sua excelência, lá do seu trono, refila se acordada sem companhia. À conta disso, chegou à noite exausta e caiu a dormir depois da mamada. Mal arrotou e tudo!

Floquinho

Tem fama de pachola bem disposta, simpática e sorridente. À conta disso, e do seu ar tão querido (modéstia à parte, também me fica bem), uma amiga de barriga do curso de preparação para o parto apelidou-a de floquinho. Também está bem ;)

Gargalhada!

Foi sem querer. Pus a M. a dobrar o riso. Quando lhe mudo a fralda já faz parte do ritual os beijinhos na barriga. Desta vez foi no pescoço. Não é que a miúda tem cócegas no pescoço?! Saiu uma gargalhada bem clara. É claro que o pai, estando ao lado, aproveitou logo para repetir a façanha e ela correspondeu. Graças a isso, consegui filmar a sua primeira gargalhada. Foi um correr até à sala para apanhar a máquina e voltar para o quarto... Escuso de dizer que não sei quem se riu mais - se ela, se nós...