Fiz anos em Dezembro. Há uns anos atrás, combinei com o marido que a prenda ia deixar de ser joias, roupas e afins. A melhor coisa que me podem oferecer é um bilhete para viajar - de avião, de barco, de autocarro, até uma bicicleta marcha (apesar da falta de jeito...). Costumo dizer que se ganhar o Euromilhões a primeira coisa que faço é telefonar ao B. para ir ter comigo ao aeroporto e comprar bilhetes para o primeiro sítio que me aparecer à frente. Como não somos ricos para viagens à grande, contento-me com passeios. A primeira vez foi para Londres. Fiz uma busca na net e em dias tinha a viagem marcada pela Easyjet a €60 e um hotel de 4 estrelas no centro de Londres com 70% de desconto (o site do turismo de Londres é excelente para estas coisas). Os comeres resumiram-se ao fish&chips, a McNhonhalds e no último dia, um jantar num restaurante português nos arredores que também descobri na net, onde até a bejeca era Super Bock. Fomos de carro até Faro apanhar o avião, que ficou ao pé da estação de comboios, saimos em Stansted, apanhámos o comboio para Londres e fomos a pé para o hotel. Tudo com um mapa e a minha pesquisa apurada na net. Escuso de dizer que o B. confiou plenamente nas minhas capacidades de organizar este passeio e, mais uma vez, foi literalmente arrastado pelas minhas aventuras. Não se arrependeu. Foram 4 dias muito bem passados, sempre a andar para conhecer tudo e mais alguma coisa. O regresso foi mais rocambolesco: voltámos no dia 24/12, por isso, foi chegar a Faro, metermo-nos no carro, vir a Lisboa buscar os presentes de Natal e continuar para Penedono (atravessámos Portugal nesse dia). A experiência foi tão positiva que combinámos que a partir daí ia ser sempre assim. Como tenho família na Madeira, decidimos no ano seguinte ir lá passar o fim do ano. O B. adorou de tal maneira a minha ilha do coração, que repetimos no ano seguinte. Foi a melhor festa de fim de ano que passámos - recomendo a todos a experiência: no Lobo Marinho, o barco que liga a ilha a Porto Santo, mas comprem os bilhetes em Setembro! Este ano...
sexta-feira, 14 de março de 2008
O teste era para a lua-de-mel. Por mim e em qualquer altura do ano e da vida. A parte do eurail é a minha cara - passeio é comigo!...
You Should Honeymoon in Europe! You are a traditional romantic at heart...With a taste for fine wine, museums and beautiful walks.You and your sweetie should get romantic in a cafe in ParisOr get a Eurail pass - and see as many cities as possible!Suggested destinations: Paris, Venice, London, Greece
You Belong in Dublin Friendly and down to earth, you want to enjoy Europe without snobbery or pretensions.You're the perfect person to go wild on a pub crawl... or enjoy a quiet bike ride through the old part of town.
http://www.blogthings.com/whateuropeancitydoyoubelonginquiz/
terça-feira, 11 de março de 2008
Mimos
Hoje prevariquei outra vez. Mas também devo dizer que já estou mais tolerante com o pai e as suas mimalhices - refilo menos. Hoje depois da mamada pu-la ao ombro para arrotar como de costume. Ao cabo de 10 min mais ou menos, como não se mexia (o normal é torcer-se toda) espreitei. Tinha adormecido. Soube-me tão bem tê-la ali a respirar tão serenamente ao meu ouvido, que a deixei ficar mais um bocadinho. Soube tão bem que fui escorregando no sofá, até ficar deitada com ela em cima da minha barriga e adormeci. Foi uma soneca de meia hora que pareceu de três. Soube que nem ginjas! Desde que ela nasceu que tento defender a teoria que é melhor não dar muito colo, nem gerar situações propícias à criação de manhas. Estou a ler um livro que recomendo - "Suave primeiro ano" da Dra. Gowri Motha - médica de famosas. Ajuda nalgumas noções e truques. A certa altura fala das crianças que são dificeis de adormecer e que acabam por se ficar apenas no colo da mãe ou do pai. Depois de aconselhar algumas coisas para evitar esse problema, conclui de uma forma inteligente, qualquer coisa deste género: se nada alterar o comportamento, lembre-se de que esse pequeno ser não a vai amar tão incondicionalmente, nem precisar tanto de si como agora. Por isso aproveite o seu calor encostado no seu peito e a respiração pausada que a embala a si também, enquanto isso dura porque o adolescente que aí vem, vai fugir de si. E é verdade. Cada vez mais me apercebo que é assim. Agora, olha para mim como se eu fosse O ser absoluto, aquela de quem ela mais precisa. Agarra-se ao meu cabelo, põe a mão ao pé do meu pescoço e encosta a cara à minha como se fosse a melhor coisa do mundo. E como isso sabe bem! Só espero que o tempo demore a passar e que a minha filha não saia a mim na independência exagerada, porque agora quem precisa destes miminhos sou eu...
Dar o biberão
Se for eu a dar, demora 4-5 min a tragar o leite todo e chora porque quer mamar mais. Se for o pai, demora 15-20 minutos e chega a adormecer. Há pachorra???
O Sempre em pé
Não é que não gosta de estar deitada?! Tapete de actividades é mentira. Bem me ponho ao pé dela com bonecos para a estimular, mesmo de barriga para baixo. Odeia. Começa logo a chorar. Para a segurar só na espreguiçadeira. No nosso colo cada vez se senta menos. A menina quer estar de pé e se a tentamos sentar, mesmo à laia de muita palhaçada para a distrair, mantém-se com as pernas esticadas, por forma a não o conseguirmos. Às vezes só há uma maneira, quando os braços já não aguentam o chumbinho: desatar aos saltos sentados. Como ela gosta do cavalinho turbulento, acaba por se sentar. Começamos cedo!...
Mau feitio
Começa-se a vislumbrar que tipo de feitio vai ter a M. Aposto que vai ser de gancho como o pai e teimosa como eu... Quando quer alguma coisa, como todos os bébés, chora. Ou melhor, faz que chora, porque para mim, chorar é com intenção - quem se cala do berreiro no mesmo instante em que obtém o que quer, não é choro... Pois é. A M. perde a paciência em miléssimas de segundos e berra como se a estivessem a matar. Ou é porque a chucha caiu e já não consegue pô-la outra vez na boca, depois de tentar teimosamente sei lá quantas vezes, ou é porque desapareci da sua vista por mais de 2 minutos, ou é porque a tirei de uma mama para a passar para a outra (autêntico!!!), tudo é motivo para começar com uns guinchinhos impacientes, que passam em poucos instantes para berreiro. No outro dia testei-a. Deixei-a na espreguiçadeira na sala e fui-me embora. É claro que berrou. Deixei-a estar um bocadinho e depois sem qualquer som fui para ao pé dela. Como berrava de olhos fechados, para dramatizar bem, não me viu. Conclusão berrou mais um bocadinho. No intervalo de um berro para o outro, abriu o olho. Viu-me. Resultado? Calou-se instantaneamente e sorriu. Nem lágrimas de crocodilo ela tem, a sacana!...
Voo picado
Algumas das coisas da M. são comuns a todos os bébés do tempo dela, acabando eu por sentir que devo parecer bastante parva em relatá-las. Não sei se esta característica também o é, nunca reparei, mas penso que esta é original dela. Quando lhe dou a mama, como já expliquei exaustivamente antes, ela pega logo e vai brincando, com o tira e põe irritante. Até aqui nada de novo. O cómico é vê-la a pegar novamente. Imaginem uma ave de rapina a mirar lá de cima uma potencial presa. Agora imaginem-na a cair em voo picado e agarrar a presa numa fracção de segundos. Imaginaram? Agora troquem a ave pela M. e a presa pela minha mama. É igual...
Dedo na boca
A M. sempre aceitou bem a chucha apesar de não ser sua dependente. Hoje em dia, começa a precisar para adormecer mais rápido em determinadas ocasiões (quando está muito cansada e não consegue adormecer ou quando está mal-disposta para acalmar). O dedo nunca foi algo que ela procurasse muito. De mais pequenina (como se ela já fosse muito grande...) tentava chegar ao polegar, metendo a mão fechada toda na boca, esfregando-a, até perceber qual o dedo que pretendia. Nós facilmente desviávamo-lo e ela esquecia-se. Com o aparecimento do dente, começou a meter a mão na boca com muito mais frequência, provocando a descoberta a sério do polegar. Agora já vai de dedo espetado, qual aviãozinho para dentro da garagem. Entramos numa "guerra" as duas, com ela a tentar pôr o dedo e eu a fazer que não com a cabeça e a enfiar a chucha. Ao fim de algumas tentativas desiste e acaba por se resignar à chucha. Giro é vê-la com algo na boca a tentar enfiar na mesma o dedo. O dedo bate em algo e não entra, mas ainda não percebe que tem de tirar o algo para lá chegar... Fica bastante baralhada, coitada!
E ela é mamona!!!
4 meses
Nem dá para acreditar. Já! Foi à "sô dra" ontem. 7,090 kg, agora bem pesada e sem roupa, e 62,50 cm. Está no percentil 90 de peso e 75 de comprimento. Tem a quem sair - o pai tem 1,86m... Está boa e recomenda-se. Fiquei um pouco mais apreensiva com a conversa da médica. Ontem fiquei com a verdadeira noção do que espera a minha M. num infantário. Ainda perguntou novamente se não havia mesmo hipótese de ficar em casa com alguém, tendo em conta que é o aconselhável até aos 2 anos. O meu coração ficou pequenino... Já dei mil voltas à cabeça para ultrapassar esta questão e a solução passa sempre pelo mesmo - quem e quanto... Ainda não me dei por vencida. Tenho 1 mês para descobrir como contornar isto. Para além disso, já deu ordem para introduzir a papa e a sopa visto que falta um mês para o infantário. Deu-me mais 15 dias só de mama e depois toca a começar mais uma pequena aventura. Sempre quero ver como é que o pai se vai safar porque de acordo com os ensinamentos da amiga enfermeira quem deve introduzir este novo elemento na sua vida é o pai quando a mãe ainda dá de mamar. Torna-se um pouco mais fácil para não criar uma maior angústia da falta da mama. Desta sexta a oito veremos.
quinta-feira, 6 de março de 2008
I feel good
Uma das suas canções preferidas. Se lha cantarmos os olhos até brilham. Bom sinal, filha, bom sinal...
Palhaçada
Fazê-la rir é fácil. Basta dar os bons dias quando acorda e rasga aquele sorriso. A conversa, os estalinhos com a língua, brincar com a Lola, ouvir o mobile quando não está a chorar, tudo a diverte. Alguns sons também - os sons que aprendemos e adaptámos do Concerto para bébés (ba, ba, ba. Ba,ba, prum. Brum, ba, ba, ba, ba ,ba, brum), os "ôhs!" do pai ou o can-can cantado. Agora descobri que adora ver-me a abanar o capacete! Se me meter com ela aos saltinhos ou a acenar com a cabeça vigorosamente enquanto invento qualquer patetice para lhe dizer, desmancha-se a rir! Se calhar vai ser fã do moche!
Estalinhos
Para irritação do pai, por incapacidade de imitar, a M. faz estalinhos com a garganta como eu, por vezes quando acorda por vezes depois de mamar. Eu costumo usar esse truque para coçar a garganta, quando estou doente. Herdei da minha mãe e o meu pai também ficava irritado por eu conseguir e ele não. Se calhar é coisa de fêmea...
Confirma-se - é um dente
Pois é! Hoje a enfermeira examinou bem a boca da M. Descobriu um dente a sair em cima, do lado direito. O choro, a mão e os nervos estão explicados. Precoce, hein!?
Água e leite
Nunca bebia. Chegava a estar um dia inteiro sem levar água, ou qualquer outro líquido à boca. Quando engravidei, o B. começou a perseguir-me com garrafas de água Vimeiro, por causa do bébé. Era esta a marca porque eles vendem-na como fazendo bem às cólicas dos bébés, devendo-se começar a beber na gravidez. Como tinha de ser uma água qualquer, não fazia mal nenhum acreditar na teoria. O que é certo é que eu que sempre fui um problema com os intestinos, e havendo a regra normal de que durante a gravidez, mesmo quem não tem, passa a ter, eu deixei de ter. Quando ela nasceu e comecei a dar de mamar, comecei a beber água por livre e espontânea vontade por causa da sede imensa que dá a amamentação. Hoje em dia, eu que bebia um copo inteiro de água e ficava mal-disposta (genuinamente), bebo entre 2 a 3 litros de água por dia. Nos dias em que não bebo ou me fico por 1 litro, acontece algo automático: produzo menos leite. Dois ou três dias seguidos desta asneira e acabo por ter de espremer as mamas bem espremidinhas com a bomba para sair a quantia certa para a M. em cada mamada. Inteligente a natureza, não?
Serão dentes?
No sábado foi o que foi. No dia seguinte, atrevemo-nos e fomos à Batalha ter com o meu cunhado e família. Ia com medo, mas fui. Portou-se lindamente. A viagem é de hora e meia, por isso deu tempo de mamar, arrotar e dormir durante toda a viagem, para chegar lá com fome (essa lição já aprendi - só viagens com 2 horas no máximo). Passou bem o dia e ao final da tarde regressámos à base. Quando arrancámos, desatou a chorar. Tentei acalmá-la. Foram cerca de 30 min a chorar. Enquanto chorava metia a mão na boca e quase que a mordia. Ia prevenida e pus-lhe Bucagel nas gengivas. Não acalmou. Rendi-me às evidências, e a contra-gosto, pus Aeorom na chucha, acabando por adormecer. Fechei os olhos e achei que era mesmo dos dentes. Dormi meia-hora e acordei com ela aos berros outra vez. Via-se que era choro de dor (já consigo perceber os diferentes tipos). Fiz trinta por uma linha e nada a calava. Dei-lhe uma coisa de roer, própria para as gengivas, a chucha e o meu dedo. Mordia-me literalmente. Nem Bucagel, nem Aeoro-Om. Nada a calava. A certa altura bolsou. Interpretámos como sendo do choro excessivo. Depois com o passar do tempo, aproximou-se a hora de mamar e ela continuava a chorar. Chegados a casa, dei-lhe de mamar, coisa que ela fez vorazmente como de costume, mudei-lhe a fralda e pus-lhe um Ben-U-Ron. Não voltou a chorar nessa noite, nem nos dias seguintes. Ontem à noite, o pai deu-lhe o biberão enquanto eu aproveitava para mudar a cozinha. Não é que voltou a chorar da mesma forma? E voltou a meter a mão na boca com desespero e a morder o dedo do pai. Desta vez peguei nela, cantei-lhe, levei-a à janela para ver os carros e depois ao mobile. A malandra, deitada na sua cama com aquela coisa a tocar, ria-se para mim. Tirava-a de lá e chorava, com a mão na boca. Como arrotou mais umas vezes e bolsou outras quantas, interpretei como má-disposição. O B. continua com a teoria dos dentes. Eu estou na dúvida. Ou é dentes, e alguns sinais apontam para isso (morder a mão, desesperar com as coisas de roer, o choro que é a sério), ou é má-disposição por ainda não ter arrotado tudo (não era inédito e também houve indícios para isso, inclusive a mão na boca). Mas tenho ainda mais uma teoria: uma manha nova. No domingo podia ser má-disposição visto que bolsou, e ela chora assim quando isso acontece e depois fome. No sábado e ontem, quem lhe deu o biberão foi o pai e não eu, e ela não estava cansada o suficiente para adormecer. De há uns tempos para cá, habitualmente, acontece ela aguentar-se acordada a noite toda e quando chega a hora de comer acaba por adormecer na mama (que lhe dou sempre na última da noite). Junto com algum arroto mal dado, não será a mama que lhe faz falta para adormecer tranquila? Ontem acabou por chorar até à hora da mamada seguinte (1 h da manhã), altura em que mais uma vez adormeceu na mama, para dormir até às 11h da manhã de hoje. A ver vamos, como diz o outro. Se forem dentes, eles hão-de aparecer. O que sei é que nenhum de nós ainda não está habituadao àquele choro desalmado...
Dança comigo
Fomos ao Dança Comigo no sábado à noite - eu e as amigas de barriga, junto com a amiga enfermeira. Os pais ficaram em casa com as crianças e nós pusemo-nos a caminho. Umas mais nervosas, outras menos. Incluí-me no segundo grupo, por não ser a 1ª vez, a M. nunca chorar (mesmo) e ter total e plena confiança no pai da minha filha. Depois de uma aventura pelos montes e aldeias do Oeste e de umas quantas voltas às rotundas da região em comboio de 4 carros (demos 5 voltas numa e 4 noutra...), chegámos ao estúdio atrasados. Acabámos por nos sentar separadas para assistir à desgraça da Clara Pinto Correia. Inenarrável. Quem não viu não consegue imaginar a falta, não, a inexistência de noção do que é dançar daquela mulher. Rimo-nos um bom bocado graças à senhora. Como disse a São José Lapa, ainda bem que ela se dedicou à biologia. Quando acaba o programa, toca o meu telemóvel. Era o B. completamente desesperado porque a M. estava aos gritos desde as 9h da noite. Eram 11h30. Enquanto ele falava, eu ouvia-a. Chorava sem apelo nem agravo. Não era fome. Não pegava na chucha. Nem os carros à janela, nem o mobile milagroso a calava. O pai achava que eram os dentes e que aquilo era choro de dor. Foi o que me pareceu. O que senti? Um aperto demasiado grande no meu coração e uma necessidade urgente de me pôr a caminho de casa. Tinha 4 pessoas dependentes da minha boleia. Tudo conversava animadamente com a Catarina Furtado, que nos tinha arranjado os convites, por intermédio da enfermeira. Não queria ser indelicada, mas não fui capaz de disfarçar. A certa altura, tudo me perguntava o que se passava e eu só sabia dizer que a M. estava num berreiro non stop e que ela nunca chora, muito menos com o pai. Viemos embora mais depressa à minha conta. A enfermeira disse ao B. para lhe pôr um Ben-U-Ron e ele acabou por me ligar no regresso a dizer que já estava a adormecer com o biberão de cansaço. Quando cheguei já dormia. Aquele meu desejo desesperado de chegar a casa e pegar nela ao colo e mimar não se satisfez. Dei-lhe um beijinho na testa e deixei o pai deitá-la. Ele aterrou de cansaço. Fiquei eu. Sozinha com a minha culpa. Um verdadeiro disparate. Mas no meio da angústia, do medo e do choro preso na garganta, o que sobressaía dentro de mim era a culpa. Por não estar lá a afagar-lhe a cara, pegar nela ao colo e cantar o Manel, por não lhe dar beijinhos e tentar acalmá-la. Racionalmente sabia que não ia adiantar nada. Ia chorar igual se fosse realmente dor. Mas estava lá a tentar. Difícil de explicar...
Esguicho de leite
É oficial. Sou uma exagerada e a minha filha tem de se safar... Não é que me armei em peguiçosa e não tirei leite à noite antes de me deitar, nem de manhã antes dela acordar. Fizemos um sono até às 10h00. Estava a rebentar de leite. Pareciam 2 ogivas nucleares. A M. mamou só de um lado. Ao fim de 1 min a tentar engolir repetidamente sem descanso, acabou por largar a mama para descansar um bocadinho. Saiu um esguicho contínuo da minha mama para a cara dela!!! Tive de pôr o dedo para tapar o buraco, tipo BD, enquanto ela respirava, e depois lá pegou outra vez a mamar desaustinadamente. Já sei de quem é a culpa dela ser sôfrega...