segunda-feira, 12 de maio de 2008

Mais um dente!

Ao lado do primeiro, uma coisinha de nada branca a despontar, como quem não quer a coisa...

Pato

Também na Imaginarium, o pai perguntou se havia alguma coisa para brincar no banho. A rapariga mostrou um pato que nos deu a volta na hora. Trata-se de um pato de borracha, com uma argola que tem daqueles mordedores para os dentes a nascer, com uma particularidade especial: canta. Faz "quá! quá! quá!", "glu! glu! glu!" e outros sons afins. Um espectáculo! A M. adorou, tanto fora de água, como depois dentro, e fartava-se de rir e dar guinchinhos de cada vez que punhamos o dito a grasnar. Até o pai gostou do brinquedo, ao ponto de o apanhar sozinho com o bicho na sua cantoria!... Só tem um senão: a pilha não é reutilizável, por isso, quando acabar o quá quá, acabou mesmo...

Pegadas

Fomos à Imaginarium comprar tintas não nocivas para pintar o pé da M. e fazer a sua pegada mensal. Todos os meses, pinto a sola do seu pequenino pé e deixo a marca para colar no seu diário. Até agora, tenho utilizado uma sombra para os olhos em creme, que comprei há muito tempo (lembras-te Joana?) e que, para variar, não uso. A cachopa, coitada, de todas as vezes que o fazia, ao passar o pincel no pé, desatava a abrir e a fechar os dedos do pé, como quem está cheia de cócegas, mas nunca se queixou. Achei que desta vez merecia algo melhor. Comprámos umas tintas próprias para criança e à noite, antes do banho, escolhemos uma cor - o verde - para a dita pegada. A pegada foi fácil de fazer, por isso tentámos a mão também. Pois... Era verde nas mangas, nas unhas do pai, uns borrões futuristas na folha branca de papel, mas marca da mão, que é bom, nem pensar. Sempre que se encostava a mão ao papel, ou melhor, sempre que se tentava encostar, ela fechava-a e olhava para a folha com um ar espantado. Eu desmanchava-me a rir e ela ainda ficava mais surpresa e depois sorria para nós, como que a entrar na brincadeira. Acabámos por desistir da mãozada. A pegada ficou bonita. Mas mais bonitas ficaram as unhas dela - verdes - ao ponto de a ama hoje de manhã perguntar o que se tinha passado... Desculpa filha, tens uns pais um pouco apanhados do clima...

Brinquedos didácticos

Espreitem! Tem coisas bem giras!... http://www.omundofazdeconta.pt/loja/index.php

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Rompeu!

Foi no dia da mãe! A Madalena já tem a pontinha branca do dente de fora. Fica em baixo, do lado direito, e só se vê um bocadinho. A nova moda agora é, depois de mamar, com um ar concentrado e muito sério, morder um bocadinho, com jeitinho, devagarinho, para experimentar. Escuso de comentar os salto que dou... O pai até comentou, com uma pontinha de ciúme, que para a mãe teve prenda e para o pai não... Tal prenda!!!

Descobriu a mão

Fui dar com ela a mirar a sua mão, concentradíssima e espantada com tamanho fenómeno, rodando-a e observando os seus pormenores.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Segura o biberão

Foi a ama que ensinou: dá-lhe o biberão para as mãos e ela pega nele direitinho. Depois tenta levar à boca, mas não acerta com a coisa na parte certa - normalmente, acaba a roer a parte de cima da tetina.

Mãe...

Perfeito!!! http://www.youtube.com/watch?v=A-A8HWKUD14

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Condecoração

Mamou. Logo a seguir o pai brincou de aviãozinho, apsear dos avisos. A M. presenteou-o com uma medalha jeitosa na camisa. Não satisfeito, o pai continuou a brincadeira. A filha, no meio da risota, achou que devia condecorar o pai por tal esforço, por isso, descarregou o resto... A camisa ficou colada ao corpo, mas ninguém se importou muito.

Caras de dormir

Tem duas. Durante o dia, aquelas sestas curtas, um passar pelas brasas, só para descansar um bocadinho, dorme de sobrolho tenso, franzido, com uma cara como que de zangada ou preocupada. À noite, quando adormece pela última vez, fica com a cara lisinha e serena, sem qualquer tipo de expressão. A cara até parece maior, tipo lua cheia. Sai a mim, a malandra...

Mamar

Agora tentou uma nova modalidade, mais dificil: mamar com o dedo indicador na boca. Foi ontem de manhã. Estava muito bem a mamar e lá para o final, já meia saciada, continuou de boca cheia porque não quer largar logo. Desta vez, tentou enfiar o dedo também, a ver se dava jeito. Não me deu a mim, que lhe tirei logo tudo da boca, para ela depois refilar comigo. Hoje repetiu a façanha, e eu voltei-lhe a fazer o mesmo. Já me viram bem a nova manha que quer arranjar?!

Morde o ginásio

Literalmente! Vai rodando sobre si de tanto espernear até chegar com a boca ao ginásio. Se não tivermos cuidado, abocanha-o, tipo cão. Maldito dente, que nunca mais nasce!...

Ajuda do avô 2

A Lúcia voltou a faltar 15 dias depois (não é baldas - estas ausências dão-nos jeito).Tornei a ligar ao avô, confiante de que não haveria negas - acertei. Desta vez, não foi preciso vir tão cedo - a Lúcia veio logo de manhã, deu-lhe a sopa e passou o testemunho ao meu pai, que por sua vez, teria de mo passar a mim para ir ao dentista. Deixei à Lúcia as orientações para o meu pai dar o biberão e segui caminho. O meu pai lá chegou antes do tempo, deu ordem de soltura à ama e entreteve-se com a neta. Aguentou-se à bomboca e até nem foi preciso dar o biberão, porque como vim mais cedo, ainda vim a tempo de dar de mamar. Na hora de ir embora, faz o mesmo que todos nós: despede-se, vira costas, para, volta para trás, faz mais uma graçola, e outra a seguir, vê-a a rir, repete uma terceira vez, depois diz que tem de ir embora e despede-se por uma segunda vez, e já à porta de casa, arreda pé uma última vez para mais uma piada e um sorriso. Beijinhos é que ainda não. Há que dar tempo ao tempo ao sr. coronel...

Ajuda do avô 1

A ama da M. precisou de faltar no meu segundo dia de trabalho. Para não ter de pedir logo batatinhas, e como não dava jeito ao B. ficar em casa, lembrámo-nos do meu pai. Minto. Lembrou-se o B., o que eu, incrédula, achei impossível. Mas por insistência dele, acabei por ligar ao avô babado, só para confirmar que ele não ia achar bem. Pasmem-se. O meu pai achou uma excelente ideia! Disse-me que tudo bem e que se ela chorasse, não tinha outro remédio senão aguentar-se à bronca. A minha alma ficou parva. No dia em questão, lá chegou às 8h10 (o avô até madrugou nesse dia!!!) e conforme lhe ia tentando explicar as coisas, ele despachava-me! Só me dizia "vai-te lá embora, senão chegas atrasada". Nem as frldas o assustaram! Tinha de ficar com ela até à hora da sopa porque a Lúcia só devia chegar por essa hora, mas não estava nada preocupado com o assunto - "diz-me lá como é que se aquece, que eu dou". Saí mais ou menos descansada, confesso, por já ter visto antes o meu pai em acção com a M. E de facto, não se atrapalha nada com o choro dela - pega nela, leva-a ao colo para a janela e calmamente, na conversa, dá-lhe a volta. Ao bater a porta de casa, deixei a filha na espreguiçadeira a rir, para o avô que, de gatas (imaginam o Dr. Timóteo nestes preparos?!), lhe fazia caretas. Por volta das 10h30, ligou-me para o telemóvel. Mau, pensei eu, algo se passa... A pergunta era simples: "ela quer dormir. Deixo?"... A Lúcia lá chegou a horas da sopa e ele aviou-se para ir almoçar com os amigos. À ama perguntei o que estavam eles a fazer quando ela chegou - a M. estava no berço e o avô, a jogar à paciência no computador, estava com uma mão dentro daquele para entreter a neta exigente... Olhem que ele há coisas!...

Já se virou!

Ontem, às 22h30, no tapete de actividades. Já tinha feito "n" tentativas e parava a meio porque não sabia o que fazer ao braço. Ficava de lado e depois tornava a cair de costas. Ontem atrás da banana do tapete, que estava mais para trás, tentou apanhá-la com a mão que estava mais longe. Esticou-se, esticou-se, esticou-se e vai daí... virou-se de barriga para baixo. Eu estava no chão, na brincadeira com ela, o pai estava sentado à mesa. Olhei para ele e vi-o com o mesmo olhar que eu - o de vitória. Impressionante como o simples virar de barriga para baixo faz destas coisas...

Castigo da madrugada

A M. dorme a noite toda. Costuma ser, o mais tardar, da meia-noite às 8 da manhã. Maravilha, sortudos, abençoada criança, dizem vocês. Mais ou menos. Ela dorme, eu nem sempre. Por volta das 4h30 (tem dias que é só às 6h00), a M. começa a fazer barulhos. Ou os típicos de bébé a dormir, ou então chora por causa dos puns! Não sei porque raio o ar a mais nas suas tripas pequeninas quer sair e não consegue aquela hora maldita!... A criança fica atrapalhada e chora, a dormir, até conseguir expelir tais incómodos. Ponho-lhe a chucha e ela cala-se, mas eu vou acordando, para lhe pôr a chucha, umas quantas vezes até à hora de levantar. Curiosamente, por volta das 8h00, que é quando tem de acordar, a coisa acalma e por isso, no fim-de-semana, a criança deixa-nos dormir mais uma hora descansados.

Tecidos

Deixo a dica a quem procura algo diferente e bonito. Campo de Ourique, famoso pela R. Saraiva de Carvalho das lojas dos tecidos, que inclui o Vidal, tem uma nova loja (pelo menos para mim) ao pé do mercado, por detrás da igreja: Carmin D'ourique. Tem tecidos fantásticos, um atendimento excelente e muito bom gosto. Espreitem. http://www.carmimdourique.pt/

Anedota de loiras

A tia decidiu ajudar a mudar a fralda. Abriu a dita, cheia de chichi, espreitou lá para dentro e não viu cocó. Conclusão brilhante: "não está suja, podes usar outra vez"! Digam lá se não parece anedota de loira burra com o seu corrector no ecrã?! Só falta é explicar para quem não conhece a peça, que é morena à farta...

Banho

O pai ensinou a gracinha do banho: chapinhar... Sentou-a na banheira, pegou-lhe nas mãos e começou a bater na água com toda a força. Escuso de dizer que a menina achou piada à coisa e agora não se quer: 1) deitar na banheira para ser lavada, 2) sair de dentro de água. Resultado: chão molhado, filha feliz com água a voar por todos os lados e depois muito infeliz porque saiu da água e já está embrulhada na toalha. À conta disso, aqui a assistente do banho tem de inventar diariamente novas graçolas para a fazer esquecer da água e do choro...

Lágrimas

Já se começam a vislumbrar uns olhos marejados, mas ainda sem rolarem cara abaixo...