O tio Filipe é o "ti". Ao chegar a Lisboa de viagem, entrou em casa e foi direitinha para o quarto a gritar "ehhh!" de contentamento, reconhecendo o seu espaço e os seus brinquedos. Depois do reconhecimento feito, veio para a sala, olhou em volta e começou a perguntar pelo "ti". Tantas vezes perguntou, connosco sempre a dizer que não estava, que acabei por lhe ligar só para ela o ouvir falar. Só se calou depois do telefonema e de alguns beijinhos dados ao telefone. Já aqui ficou bem frisada a sua paixão por ele - é só mais uma prova de que se mantém.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Andar bem
Os dias passados em casa da avó na brincadeira com a prima, puxaram por ela e veio para Lisboa a andar bem. Ainda vai ao chão gatinhar, mas cada vez menos. Mas a sua característica de trapalhona parece confirmar-se. Tropeça imenso nos seus próprios pés e é engraçado vê-la às arrecuas até acabar por dar um bate-cu pouco discreto. O que vale é que não é muito maricas e por isso segue caminho sem muita conversa.
Natal
Um dia cheio de polvo frito, rabanadas (que nós chamamos de fritas lá para cima), filhoses, doces e muita, muita confusão. O dia é infernal, com os entras e sais de toda a gente, os meus cunhados até à última a trabalhar na padaria (é a época de maior trabalho) e eu a tomar conta da pequenada com a ajuda do B. Calhou-me a mim cumprir o papel de tia e madrinha e dei banho às três, vesti e sequei o cabelo, dando-me a certeza da loucura que é ter mais do que um, com pouca diferença de idade, especialmente se forem terrabentas como as duas mais pequenas... O jantar na casa dos meus sogros é constituído por vários pratos: açorda de bacalhau, bacalhau cozido e arroz de polvo. A açorda é tradição da casa do sogro que a mulher respeita anualmente, o bacalhau porque faz parte da ceia de Natal na Beira Alta e o arroz de polvo porque sim. Confesso que já tenho saudades do bacalhau guizado que a minha avó do norte fazia na panela de ferro preto de três pernas à lareira, com colorau. As sobremesas são mais que muitas, mas nunca faltam duas coisas: o pudim de ovos e o doce de serradura. Gabo-me de este último ter sido importado por mim da minha família da Madeira para a tradição desta família. Sentamos-nos à mesa já tarde, por causa da mercearia e padaria que fecham tarde naquele dia, mas com muito barulho e gargalhadas pelo meio. Os presentes foram antecipados porque a pequenada já não aguentava mais, e lá se distribuiram. Primeiro a prima mais velha, depois a mais nova. A M. para o ano vai entrar nestas andanças, mas desta vez ficou-se entretida no meio dos papeis de embrulho, sem perceber o que se estava ali a passar. Com sorte, ainda há polvo frito, num dos pratos que a sogra escondeu pela casa - este ano foram 8 kg de polvo e, mesmo assim, houve guerra... No final, fica-se à conversa, já tudo meio a dormir, tendo eu ficado sossegada a ver um filme, para cumprir pelo menos uma das minhas tradições de Natal.
Prima Matilde
Como de costume, fomos passar o Natal lá acima. A M. adora as primas, mas em especial a mais nova, que tem apenas mais um ano do que ela. Aquela por sua vez, tem uma verdadeira a-do-ra-ção pela sua prima pequenina. Faz tudo o que esta faz, até comer, que não é o seu forte (a mãe já me disse que, se a M. lá ficasse 15 dias, a sua filha engordava o que precisava!). Enquanto lá estamos, passam os dias inteiros juntas a brincar. A casa parece outra, cheia de barulho e correria, gritinhos e guinchinhos de felicidade. Confesso que chego ao fim do dia de rastos, de andar atrás das duas. O que uma tem a mais na fala, tem a outra no andar, mas não é por isso que não se entendem. No meio do charabiá delas, passam o dia de volta dos seus afazeres. Para a M. a prima é a "bebé ", já a outra chama-lhe "manena". A continuar serão super-amigas no futuro, sobretudo quando já não se sentir a diferença de idades. Serão férias super-divertidas, e ainda mais se os pais a deixarem vir com a nossa M. uns dias, para a praia ou para a capital. A nossa, é certo, irá de férias com os avós, algo que consideramos essencial para o seu imaginário, para o seu crescimento e desenvolvimento e para a sua relação com aquela parte da família que está tão longe no dia-a-dia.
Tia Sofia
Tenho de fazer aqui menção a esta personagem também da nossa vida. A M. adora gente e dá-se bem com todos, mas tem uma predilecção por esta amiga especial, de sorriso sempre pronto na cara. Talvez por já ter feito baby-sitting (quando fomos ao cinema), talvez por acompanhá-la desde que nasceu, talvez porque faz parte da sua personalidade carismática. O mais certo é que é um pouco de tudo. Seja o que for, a M. não a pode ver. Vai direitinha a ela, a pedir colo, ao ponto de um dia chegarmos as duas a casa ao mesmo tempo, e apesar de eu ser a mãe e de já não me ver desde manhã, ignorar-me e solicitar a sua atenção. Nem o meu colo quis e chorou quando a viu sair porta fora. O engraçado é que esta amiga é quem é mais "má" com ela. É quem lhe dá as negas quando são precisas, quem lhe diz que não há birras, quem lhe faz cara feia e séria, mesmo que tenha uma vontade desalmada de se desmanchar a rir, para lhe mostrar que não está a gostar. E a M. acata tudo. Com ela não há grandes choros, insistências ou birras (ela também não é criança para muito disso, verdade seja dita). A mãe agradece a disponibilidade e a amizade de índole pedagógica, que não inclui bonecada só por ser giro e que corresponde à vontade de ensinar e ajudar a educar. Esperemos que a amizade perdure, independentemente do futuro!
36...
Detesto Dezembro. Começa com os meus anos, que já não me animam. Já lá vão os tempos em que tinha dificuldade em marcar mesa para mais de 30 fiéis malucos que seguiam noite dentro até de madrugada a celebrar comigo. Hoje em dia, não consigo fazer festa, mesmo que queira, porque os amigos já são poucos, todos têm a sua vida e a altura é complicada. Ainda por cima, como sagitariana que sou, sofro do complexo de Peter Pã, como tal, não quero crescer. E digamos que estar a 4 anos dos 40 não anima muita gente, especialmente quando ainda assim, algumas coisas da vida estão por estruturar... Este ano, a coisa não melhorou. O pai e a tia esqueceram-se o que não ajudou. O que valeu foi a festa de anos da Gui, que celebra a data no mesmo dia do que eu - que me permitiu estar em ambiente de festa e distrair-me um pouco - e... o meu jantar de anos surpresa!!! A colega e amiga do trabalho, percebendo que a coisa não estava fácil para estes lados, combinou às escondidas com o B. o jantar na casa dela e, junto com mais duas malucas, organizaram-se. Não apanhei nada. A neura era tal, que nem quando o B. me disse que íamos jantar para os lados de Mafra e que por isso podíamos passar em casa dela em Sintra, quando ele nunca lá tinha estado antes, me fez perceber. Ou melhor, desconfiei e até imaginei que seria isso, mas como não queria mais uma desilusão, fiz força para não acreditar até ter a certeza. Ainda me caiu uma lágrima quando me apercebi de que era verdade... Foi um jantar simpático, com muita comida, risos e boa disposição e um bolo de aniversário, o suficiente para terminar bem o dia, porque afinal, o que interessa não é a quantidade, mas sim a qualidade. Obrigada, malta, fez-me bem!
Não jantei...
Ou melhor, jantei mal e porcamente... A M. pedincha comida sempre que a vê. É inacreditável... Janta primeiro, pratos bem cheios com fruta no fim, e mesmo assim, quando vê a nossa comida começa logo a puxar os casacos, a esticar-se na ponta dos pés, a gemer e a gritar "papa!". O pai nestas coisas é muuuuuito mais permissivo do que eu. Basta ela insistir um bocadinho e lá vai ela, sem fome nenhuma, para o seu colo para ir depenicando do seu prato, quando não lhe come parte da refeição... Desta vez, zanguei-me. Disse que não e não deixei. E fui dizendo, a um e a outro sucessivamente, não parecendo que nenhum estivesse a perceber o que eu estava a dizer. A certa altura, o B. zangado, olha para mim e diz-me "então tenta lá tu que ela não coma! Vá!". Meio dito, meio feito. Larguei os talheres, levantei-me, peguei nela ao colo e sentei-me no sofá a ler um livro. Nem meio minuto depois, já tinha esquecido a comida e o pai jantou em condições. Eu tive de esperar pelo final e depois comer a correr, não fosse ela ter mais ideias... Então afinal, era assim tão difícil?!
Lola com rodas
Depois de comprarmos o casaco, passámos à parte dos brinquedos por causa dos presentes de Natal ainda por comprar. A certa altura, a M. dislumbrou no meio da confusão, no chão, um conjunto de Lolas com rodas. Não consegui mais tirá-la dali. Sentou-se no chão e ia brincando com uma e com outra, com uma alegria só vista. Depois de alguns minutos largos naquilo, acabámos por lhe comprar uma como o nosso presente de Natal. Agora, é vê-la andar pela casa com o fio na mão, de braço bem levantado acima da cabeça e ficar enervada por a sua vaquinha de estimação levantar voo, em vez de rolar pelo chão... Mas quando consegue, com a nossa ajuda, fica mesmo contente. :)
Casaco novo
A avó tem o ritual de oferecer um casaco pelo Natal às netas - O casaco bom do Inverno. Como não conseguiu oferecer o vestido dos anos, visto que o B. insistiu em assumir essa função, passou o casaco para o aniversário e uma roupa nova para aquela ocasião. Fiquei eu encarregue de o comprar na grande Lisboa. Optámos por ir ao El Corte Inglês, por terem mais opção de escolha, apesar das pegas que já lá tivemos. Tinhamos em vista um da Laranjinha, cor-de-rosa, em fazenda, muito à senhorinha, estilo clássico, mas nas suas pesquisas na net, o B. tinha visto outras coisas, cujas marcas estão representadas naquela loja. A primeira tentativa de ida saiu gorada - fui buscá-lo ao metro para irmos directos, mas a M. assim que o viu entrar para o carro, desatou num pranto que queria o pai, e alguns "apai" depois, este não foi senhor de seguir em frente e voltou para trás para pegar ao colo a sua princesa (sem comentários...). Da segunda vez, uma semana depois, foi mais fácil e sem choros e por isso pusemos-nos a caminho. Chegados lá, experimentou o da Laranjinha, que ficava bom de tamanho, pelo que poderia não durar o Inverno todo, por isso desistimos da ideia. Foi quando vimos um da Kenzo pelo qual nos apaixonámos e que não tinha nada a ver com o primeiro. Ao vesti-lo, ficou perfeito. As cores são fantásticas e é muito quentinho, com pêlo por dentro. Mais tarde, num site que também o vendia, o B. ainda descobriu mais uma vantagem: não tem avesso, ou seja, funciona dos dois lados... Obrigada, avó, fico linda com ele!
sábado, 17 de janeiro de 2009
Ombros, barriga e joelhos
Na ginástica, tivemos uma aula em que se canta aquela conhecida canção do corpo humano, adaptada de inglês para português. A certa altura, é a vez dos ombros, da barriga e dos joelhos, pondo-lhe as mãos nas respectivas partes do corpo para perceberem. A M. não pareceu dar grande importância a tal exercício. Chegadas a casa, estava eu a secá-la do banho, quando lhe falei na barriga. E ela, prontamente, levou ambas as mãos aos ombros e logo, logo de seguida aos joelhos, com um ar muito satisfeito, tipo "vês? Aprendi!". Ou seja, aprendeu que aquele conjunto de palavras corresponde ao conjunto daqueles dois sítios. Fiquei surpreendida com o facto de ter assimilado os conceitos só com aquela primeira tentativa, apesar de se ter trocado um bocado. É espantoso como, nestas idades, estes pequeninos cérebros são verdadeiras esponjas! Foi uma trabalheira para desfazer a confusão, mas agora, já sabe o que são os ombros e o que são os joelhos, mas regra geral um segue-se ao outro, mesmo sem pedir. A barriga está por perceber, mas haveremos de lá chegar.
O meu martírio diário
É de tal maneira, que chega a nem querer ouvir o resto - assim que passa à segunda página, já se foi embora, para voltar logo a seguir à carga. São eles: a Branca de Neve, curiosamente o primeiro livro que recebeu, e o Winnie conta, que tem uma espécie de mini-ábaco para contar as bagas que o ursinho vai apanhando. O objectivo dela é encontrar os pássaros na Branca de Neve e ouvir-me cantar e andar com as bolas de um lado para o outro com o Winnie. O Bam-bam!
Como já deu para perceber pelas fotos, a M. tem um carrinho de empurrar. Quando o B. o comprou não lhe deu importância nenhuma porque não andava. Agora que que já dá passos sozinha, mesmo que atabalhoadamente, já acha graça à coisa. Ponho-lho à frente e ajudo-a a endireitá-lo, indo sempre atrás, não vá a sua trapalhice fazer das suas. Costumo imitar o som de um carro a andar, usando a onomatopeia "bam! bambambaaaaaam!". Depois, quando vai contra a parede, grito "Pum!!!". Em minutos adoptou este som, e agora, quando vai contra alguma coisa ou quando atira algo ao chão que faça barulho, grita "Pum!". Mas não foi só isso que aprendeu... Uns dias depois de começarmos com esta brincadeira, estava eu na sala e a M. vem ter comigo a pedir "bam-bam". Não percebi. Pedi-lhe para me explicar o que pretendia, ao que ela dirigiu-se para o quarto e apontou para o dito carro, dizendo "bam-bam!". O que ela queria era aquele brinquedo ao qual associou o som que eu uso para brincar com ele!!! Ficou o nome. Cá em casa, todos os carros são popós menos o dela, que é bam-bam!
Bebelês
A ama já lhe ensinou mais umas das palavras básicas de bebelês - popó. Não sei se foi com a janela a ver os carros a passarem ou se foi com o livro que tem um tractor, pois é tudo o mesmo: popó. Já a ovelha é mémé, pato é cuá-cuá ou cá-cá, galinha e galo é cocó. Não me lembro de mais nenhuma, mas deve havê-las... É de facto muito mais fácil de aprender a falar assim para eles. E eu que tinha a intenção de ensinar logo a palavra correcta, sem bebelês pelo meio... Mais uma daquelas regras de antes do nascimento, que são muitas vezes utópicas, e que rapidamente se desfazem com a realidade...
Onde estão?
Ginástica
Apesar do esforço que isso implica, foi uma excelente ideia inscrever a M. no The Little Gym. Tanto o prof. Rodrigo, como a prof. Vi. são excelentes naquilo que fazem - o primeiro mais calmo e a segunda mais dinâmica, mas ambos muito focados na evolução das crianças e na aprendizagem dos pais, regra geral sem descuidar nenhum de nós. Não podia estar mais contente. A M. adora tudo. O normal é primeiro ficar algum tempo a observar, mais do que a participar, mas depois costuma alinhar em tudo na maior. Aprendeu há pouco tempo a cambalhota para trás, mas essa eu não faço em casa com receio de me falhar a força e fazer asneira com o pescoço. Já a preensão na barra paralela é outra conversa. De acordo com os professores, é normal os bebés não darem importância nenhuma a certas coisas e gostar muito de fazer outras. No caso da M., ela pura e simplesmente não quer nem saber de se agarrar à barra e ficar pendurada. É uma questão de tempo e perseverança, que é coisa que não falta naquele espaço. Apesar de gostar de tudo, há duas coisas que a M. não dispensa: as bolas e as bolas de sabão. Já sabe onde estão guardadas e por vezes leva-me até à porta e aponta como que a pedi-las. A bola é média, amarela e feita de um material tipo forro de casaco, por forma a que eles consigam agarrá-las. Já as bolas de sabão saiem de uma espécie de pistola que dispara ene bolas ao mesmo tempo de vários tamanhos. Quando finalmente se vão buscar (fazem ambas parte de todas as aulas, apesar de poderem ter funções diferentes de semana para semana), ela prontamente se põe na linha da frente. A bola é agarrada com firmeza, passeando-se pela sala como se se tratasse do seu maior tesouro, não vá algum dos colegas ter ideias. Por vezes atira ao chão para dar pontapés, outras pede-me para ir ao cesto de basquete encestar com a minha ajuda. Já as bolas de sabão são para apanhar com o dedo indicador, ficando muito séria a olhar. Mas de tudo o que a M. já lá aprendeu até hoje, a mais útil é uma canção. Quando acaba um exercício e temos de arrumar o objecto em causa, canta-se "Está na hora de arrumar, arrumar, arrumar! Está na hora de arrumar as .... no lugar!" A M. nem pestaneja - vai pela minha mão entregar até a bola que tanto gosta. Em casa, experimentei a técnica. Não é que resulta?! Assim, nunca ou quase nunca temos choros...
Natação - insatisfeitos
Como quem vai à ginástica sou eu, a natação compete ao pai. Só nos dias em que ele não pode serei eu a fazer a vez. Assim, o normal é eu ficar a ver de plateia para depois a vestir enquanto o B. toma banho e se arranja. Por vezes parece-nos que a professora não liga grande coisa à M., muito porque ela é a mais nova, no meio de muitos, e ainda não sabe fazer o que os outros fazem e também porque ela não é grande adepta de exercício físico e por isso a maior parte dos exercícios são para ser aldrabados ou nem sequer tentados. A sua predilecção é entrar para dentro de água (prioridade máxima) e ficar ali a demolhar, lambendo avidamente as mãos por estarem molhadas, o que se torna um ciclo vicioso. Ainda não fez o clic do nadar e parece que a professora está mais ou menos à espera dele pacientemente. Por vezes, é um pouco frustrante para nós ver os outros mais evoluídos, a fazer chap chap ou a mergulhar (entenda-se saltar para dentro de água para os braços do pai) com vontade e a nossa M. também não. Para além disso, o horário não facilita nada - 18h15 implicam o B. sair muito cedo do trabalho e eu vir a correr de Sintra para chegar a horas de ajudar à saída da aula. Ao fazermos a inscrição, ficámos em lista de espera para a aula seguinte - 19h00. Mas como as turmas estão cheias, esperámos. Até que um dia... Na aula dela estavam também dois gémeos, que chegavam sempre atrasadíssimos. Uma certa vez, ouvi os pais a combinarem com a professora a passagem para a aula seguinte. Achei que devia tentar a sorte também. Falei e ela confirmou que havia uma vaga e deixou. Ficámos de confirmar até ao dia seguinte e quando ligámos para o ginásio, estes disseram que isso não era assim. Resumindo: a professora não pode fazer as coisas à revelia da secretaria e estes quando se aperceberam da vaga ligaram a única pessoa que estava à nossa frente, que aceitou. Ficámos nós em espera na mesma... Fomos falar com o responsável que, depois de perceber a história toda, abriu a excepção de aumentar a turma de 8 para 9 crianças. Não gostámos da ideia. Se com 8 já é o que é, com 9 seria pior... Mas parece que a política do Megacraque é mesmo assim: se as crianças não comparecem todas frequentemente, então, para maximizar os lucros abrem vagas. Demonstrámos bastante o nosso descontentamento e ficámos à experiência para duas aulas em Janeiro às 19h00, para depois dizermos de nossa justiça. A ver vamos...
