sábado, 28 de março de 2009

Não há 2 sem 3

Fomos passear com a M. para o jardim, levando a bola, objecto indispensável em qualquer passeio em locais com outras bolas - é a única forma de evitar que ela fique pasmada a olhar ou mesmo chorar por as querer. A certa altura, baixou-se para a apanhar e com as pressas e a trapalhice já de carácter, fê-lo com demasiada força, levando a cabeça ao chão. Ficou com a testa vermelha, mas nada de extraordinário. Mais tarde, já em casa, estava com a M. às cavalitas, e porque já pesa, tirei-a levantando-a, o que fez com que desse com a cabeça dela precisamente na saliência da janela da cozinha, pondo-a a chorar. A testa, já vermelha da tarde, ficou mais um pouco, estando a zona mais sensível das duas pantufadas sofridas. À noite, em cima do sofá com o B. ao lado, na fracção de segundos em que ele se distraiu, tropeçou nos pés e foi direitinha com a cabeça à parede, que é de tinta de areia, provocando raspões desagradáveis. Resultado: muito choro e lágrimas depois, com o saco do gelo na testa, ficou com um galo a cantar meio arranhado, pois testa nenhuma resiste a tanta pancada no mesmo sítio no mesmo dia. Foi obra, especialmente nossa!...

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