terça-feira, 11 de março de 2008
E ela é mamona!!!
4 meses
Nem dá para acreditar. Já! Foi à "sô dra" ontem. 7,090 kg, agora bem pesada e sem roupa, e 62,50 cm. Está no percentil 90 de peso e 75 de comprimento. Tem a quem sair - o pai tem 1,86m... Está boa e recomenda-se. Fiquei um pouco mais apreensiva com a conversa da médica. Ontem fiquei com a verdadeira noção do que espera a minha M. num infantário. Ainda perguntou novamente se não havia mesmo hipótese de ficar em casa com alguém, tendo em conta que é o aconselhável até aos 2 anos. O meu coração ficou pequenino... Já dei mil voltas à cabeça para ultrapassar esta questão e a solução passa sempre pelo mesmo - quem e quanto... Ainda não me dei por vencida. Tenho 1 mês para descobrir como contornar isto. Para além disso, já deu ordem para introduzir a papa e a sopa visto que falta um mês para o infantário. Deu-me mais 15 dias só de mama e depois toca a começar mais uma pequena aventura. Sempre quero ver como é que o pai se vai safar porque de acordo com os ensinamentos da amiga enfermeira quem deve introduzir este novo elemento na sua vida é o pai quando a mãe ainda dá de mamar. Torna-se um pouco mais fácil para não criar uma maior angústia da falta da mama. Desta sexta a oito veremos.
quinta-feira, 6 de março de 2008
I feel good
Uma das suas canções preferidas. Se lha cantarmos os olhos até brilham. Bom sinal, filha, bom sinal...
Palhaçada
Fazê-la rir é fácil. Basta dar os bons dias quando acorda e rasga aquele sorriso. A conversa, os estalinhos com a língua, brincar com a Lola, ouvir o mobile quando não está a chorar, tudo a diverte. Alguns sons também - os sons que aprendemos e adaptámos do Concerto para bébés (ba, ba, ba. Ba,ba, prum. Brum, ba, ba, ba, ba ,ba, brum), os "ôhs!" do pai ou o can-can cantado. Agora descobri que adora ver-me a abanar o capacete! Se me meter com ela aos saltinhos ou a acenar com a cabeça vigorosamente enquanto invento qualquer patetice para lhe dizer, desmancha-se a rir! Se calhar vai ser fã do moche!
Estalinhos
Para irritação do pai, por incapacidade de imitar, a M. faz estalinhos com a garganta como eu, por vezes quando acorda por vezes depois de mamar. Eu costumo usar esse truque para coçar a garganta, quando estou doente. Herdei da minha mãe e o meu pai também ficava irritado por eu conseguir e ele não. Se calhar é coisa de fêmea...
Confirma-se - é um dente
Pois é! Hoje a enfermeira examinou bem a boca da M. Descobriu um dente a sair em cima, do lado direito. O choro, a mão e os nervos estão explicados. Precoce, hein!?
Água e leite
Nunca bebia. Chegava a estar um dia inteiro sem levar água, ou qualquer outro líquido à boca. Quando engravidei, o B. começou a perseguir-me com garrafas de água Vimeiro, por causa do bébé. Era esta a marca porque eles vendem-na como fazendo bem às cólicas dos bébés, devendo-se começar a beber na gravidez. Como tinha de ser uma água qualquer, não fazia mal nenhum acreditar na teoria. O que é certo é que eu que sempre fui um problema com os intestinos, e havendo a regra normal de que durante a gravidez, mesmo quem não tem, passa a ter, eu deixei de ter. Quando ela nasceu e comecei a dar de mamar, comecei a beber água por livre e espontânea vontade por causa da sede imensa que dá a amamentação. Hoje em dia, eu que bebia um copo inteiro de água e ficava mal-disposta (genuinamente), bebo entre 2 a 3 litros de água por dia. Nos dias em que não bebo ou me fico por 1 litro, acontece algo automático: produzo menos leite. Dois ou três dias seguidos desta asneira e acabo por ter de espremer as mamas bem espremidinhas com a bomba para sair a quantia certa para a M. em cada mamada. Inteligente a natureza, não?
Serão dentes?
No sábado foi o que foi. No dia seguinte, atrevemo-nos e fomos à Batalha ter com o meu cunhado e família. Ia com medo, mas fui. Portou-se lindamente. A viagem é de hora e meia, por isso deu tempo de mamar, arrotar e dormir durante toda a viagem, para chegar lá com fome (essa lição já aprendi - só viagens com 2 horas no máximo). Passou bem o dia e ao final da tarde regressámos à base. Quando arrancámos, desatou a chorar. Tentei acalmá-la. Foram cerca de 30 min a chorar. Enquanto chorava metia a mão na boca e quase que a mordia. Ia prevenida e pus-lhe Bucagel nas gengivas. Não acalmou. Rendi-me às evidências, e a contra-gosto, pus Aeorom na chucha, acabando por adormecer. Fechei os olhos e achei que era mesmo dos dentes. Dormi meia-hora e acordei com ela aos berros outra vez. Via-se que era choro de dor (já consigo perceber os diferentes tipos). Fiz trinta por uma linha e nada a calava. Dei-lhe uma coisa de roer, própria para as gengivas, a chucha e o meu dedo. Mordia-me literalmente. Nem Bucagel, nem Aeoro-Om. Nada a calava. A certa altura bolsou. Interpretámos como sendo do choro excessivo. Depois com o passar do tempo, aproximou-se a hora de mamar e ela continuava a chorar. Chegados a casa, dei-lhe de mamar, coisa que ela fez vorazmente como de costume, mudei-lhe a fralda e pus-lhe um Ben-U-Ron. Não voltou a chorar nessa noite, nem nos dias seguintes. Ontem à noite, o pai deu-lhe o biberão enquanto eu aproveitava para mudar a cozinha. Não é que voltou a chorar da mesma forma? E voltou a meter a mão na boca com desespero e a morder o dedo do pai. Desta vez peguei nela, cantei-lhe, levei-a à janela para ver os carros e depois ao mobile. A malandra, deitada na sua cama com aquela coisa a tocar, ria-se para mim. Tirava-a de lá e chorava, com a mão na boca. Como arrotou mais umas vezes e bolsou outras quantas, interpretei como má-disposição. O B. continua com a teoria dos dentes. Eu estou na dúvida. Ou é dentes, e alguns sinais apontam para isso (morder a mão, desesperar com as coisas de roer, o choro que é a sério), ou é má-disposição por ainda não ter arrotado tudo (não era inédito e também houve indícios para isso, inclusive a mão na boca). Mas tenho ainda mais uma teoria: uma manha nova. No domingo podia ser má-disposição visto que bolsou, e ela chora assim quando isso acontece e depois fome. No sábado e ontem, quem lhe deu o biberão foi o pai e não eu, e ela não estava cansada o suficiente para adormecer. De há uns tempos para cá, habitualmente, acontece ela aguentar-se acordada a noite toda e quando chega a hora de comer acaba por adormecer na mama (que lhe dou sempre na última da noite). Junto com algum arroto mal dado, não será a mama que lhe faz falta para adormecer tranquila? Ontem acabou por chorar até à hora da mamada seguinte (1 h da manhã), altura em que mais uma vez adormeceu na mama, para dormir até às 11h da manhã de hoje. A ver vamos, como diz o outro. Se forem dentes, eles hão-de aparecer. O que sei é que nenhum de nós ainda não está habituadao àquele choro desalmado...
Dança comigo
Fomos ao Dança Comigo no sábado à noite - eu e as amigas de barriga, junto com a amiga enfermeira. Os pais ficaram em casa com as crianças e nós pusemo-nos a caminho. Umas mais nervosas, outras menos. Incluí-me no segundo grupo, por não ser a 1ª vez, a M. nunca chorar (mesmo) e ter total e plena confiança no pai da minha filha. Depois de uma aventura pelos montes e aldeias do Oeste e de umas quantas voltas às rotundas da região em comboio de 4 carros (demos 5 voltas numa e 4 noutra...), chegámos ao estúdio atrasados. Acabámos por nos sentar separadas para assistir à desgraça da Clara Pinto Correia. Inenarrável. Quem não viu não consegue imaginar a falta, não, a inexistência de noção do que é dançar daquela mulher. Rimo-nos um bom bocado graças à senhora. Como disse a São José Lapa, ainda bem que ela se dedicou à biologia. Quando acaba o programa, toca o meu telemóvel. Era o B. completamente desesperado porque a M. estava aos gritos desde as 9h da noite. Eram 11h30. Enquanto ele falava, eu ouvia-a. Chorava sem apelo nem agravo. Não era fome. Não pegava na chucha. Nem os carros à janela, nem o mobile milagroso a calava. O pai achava que eram os dentes e que aquilo era choro de dor. Foi o que me pareceu. O que senti? Um aperto demasiado grande no meu coração e uma necessidade urgente de me pôr a caminho de casa. Tinha 4 pessoas dependentes da minha boleia. Tudo conversava animadamente com a Catarina Furtado, que nos tinha arranjado os convites, por intermédio da enfermeira. Não queria ser indelicada, mas não fui capaz de disfarçar. A certa altura, tudo me perguntava o que se passava e eu só sabia dizer que a M. estava num berreiro non stop e que ela nunca chora, muito menos com o pai. Viemos embora mais depressa à minha conta. A enfermeira disse ao B. para lhe pôr um Ben-U-Ron e ele acabou por me ligar no regresso a dizer que já estava a adormecer com o biberão de cansaço. Quando cheguei já dormia. Aquele meu desejo desesperado de chegar a casa e pegar nela ao colo e mimar não se satisfez. Dei-lhe um beijinho na testa e deixei o pai deitá-la. Ele aterrou de cansaço. Fiquei eu. Sozinha com a minha culpa. Um verdadeiro disparate. Mas no meio da angústia, do medo e do choro preso na garganta, o que sobressaía dentro de mim era a culpa. Por não estar lá a afagar-lhe a cara, pegar nela ao colo e cantar o Manel, por não lhe dar beijinhos e tentar acalmá-la. Racionalmente sabia que não ia adiantar nada. Ia chorar igual se fosse realmente dor. Mas estava lá a tentar. Difícil de explicar...
Esguicho de leite
É oficial. Sou uma exagerada e a minha filha tem de se safar... Não é que me armei em peguiçosa e não tirei leite à noite antes de me deitar, nem de manhã antes dela acordar. Fizemos um sono até às 10h00. Estava a rebentar de leite. Pareciam 2 ogivas nucleares. A M. mamou só de um lado. Ao fim de 1 min a tentar engolir repetidamente sem descanso, acabou por largar a mama para descansar um bocadinho. Saiu um esguicho contínuo da minha mama para a cara dela!!! Tive de pôr o dedo para tapar o buraco, tipo BD, enquanto ela respirava, e depois lá pegou outra vez a mamar desaustinadamente. Já sei de quem é a culpa dela ser sôfrega...
quarta-feira, 5 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
Era uma vez um rei
Refrão Era uma vez um rei Com uma grande barriguinha. Comia, comia E mais fome tinha. Bom dia senhor rei! Como passa vossa alteza? Se continua a comer tanto Vai rebentar com certeza. Isto dizia o bobo No meio de uma palhaçada. Mas o rei continuava Como se não fosse nada. Refrão Bom dia senhor rei! Viva vossa majestade! Depois de tanto comer Como é que ainda tem vontade? Isto dizia a rainha Meia triste, meia zangada. Mas o rei continuava Como se não fosse nada. Refrão Bom dia senhor rei! Vossa alteza é o maior! Um rei deve ser grande, Se for gordo ainda é melhor. Isto dizia o cozinheiro Olhando o rei de alto a baixo. O rei que coma, que coma Quero lá perder o tacho. Refrão Bom dia senhor rei! Faz vossa alteza muito bem! Os reis são feitos para comer Pra beber e dormir também. Isto dizia o conselheiro Esfregando as mãos de contente O rei que coma, que coma Enquanto eu sou regente. Refrão E para final desta história Ainda com tanto que contar, Vamos dizer-vos meus amigos Como o rei se passou a chamar. Sua alteza por tanto comer, Já só andava à cambalhota. O povo chamou-lhe então de não sei quê "El rei Bolota" Refrão
O Manel
Refrão Olha a bola Manel (bis) Foi-se embora, fugiu. Olha a bola Manel (bis) Nunca mais ninguém a viu. O Manel tinha uma bola Que rolava pelo chão. Na calçada ela rebola, Deu-lhe uma dentada o cão. Refrão O Manel tinha uma bola. Mas agora não tem não. E a gente a ver se o consola, Vai cantar-lhe esta canção. Refrão O Manel tinha uma bola. Mas por falta de atenção, Lá deixou ele ir a bola Presa no dentes do cão. Refrão
Joana come a papa
Refrão Come a papa Joana Come a papa. Come a papa Joana Come a papa Joana Come a papa. 1, 2, 3 Uma colher de cada vez. 4, 5, 6 Era uma história de reis E uma colher de papa. Refrão 7, 8, 9 'Inda nada se resolve. 10, 11, 12 À espera que a mosca pouse E uma colher de papa. Refrão 13, 14 e meia A coisa não está tão feia. 15, 16, 17 Mais um pingo no babete E uma colher de papa Refrão
Músicas do meu imaginário
Uma grande amiga ofereceu-me o CD no final do espectáculo "O fungagá da bicharada", quando fiz questão de levar o seu filho. É claro que fui por ele e por mim - recordei com um aperto no coração, misto de entusiasmo e nostalgia. Escuso de dizer que a criança, com 6 anos na altura, achou giro, mas não achou nada de extraordinário. Fiquei frustrada, confesso. Agora, quando lhe ponho o CD já fica atenta a ouvir, desde que... eu cante também, ou pelo menos esteja por perto. Aproveitei algumas músicas para a M. Assim, o "Joana come a papa" foi adaptado para "Madalena come a papa". Quando lhe dou o biberão, uma das formas de ela mamar mais devagar uns micro-segundos é cantar-lhe a música em 33 rotações baixinho. Para a embalar e acalmar resulta "O Manuel". Mas mesmo assim, acho que "Era um vez um rei" é a música que mais se adequa à minha filha... Deixo a seguir as letras para a malta da minha geração que queira recordar ou mesmo ensaiar com os filhos.
Cantiga do arroto
A M. depois de mamar, fica n tempo para arrotar. Quando não chora de irritação por estar mal-disposta, agora palra à sua maneira, como que a queixar-se. Parece quase que dá para perceber, para quem esteja a observar desde o início, que a sua expressão, junto com aquela cantiga, quer dizer "quero arrotar e não consigo". Ou então, está-nos a avisar que vai largar lastro, com aquele leite todo nhanhoso, que já quase parece nata às vezes...
Biberão
Como a minha filha se esquece que eu não sou feita de borracha, vai puxando e empurrando, espreitando para trás e brincando ao gato e ao rato com a minha mama. À conta disso, tenho de tirar o leite com a bomba para depois dar de biberão, para sarar as feridas. Uma verdadeira seca! Primeiro tenho de tirar antes de ela mamar, o que nem sempre é evidente porque é um ritual que demora cerca de 20 a 30 min. Segundo porque é uma chatice andar a esterilizar biberões, tendo tanto leite. Finalmente e acima de tudo, porque é uma frustração não poder usufruir do prazer de dar de mamar em condições. Felizmente, quando não dou em preguiçosa, arranjei uma estratégia para dar um bocadinho a volta à coisa. De manhã, como já disse várias vezes, tenho sempre excesso de leite, chegando a acordar cheia de dores. Por isso, acordo antes dela, o que é sempre uma incógnita, e tiro o leite de uma das mamas - dá pelo menos para uma mamada (150 a 180 ml). Depois quando ela acorda, dou-lhe a outra mama, que ela esvazia lindamente. Assim, no caso de ela avariar e não me der tempo de na próxima mamada tirar leite, já tenho o biberão pronto e tiro depois. É claro, que isto avaria por completo o horário do meu organismo. Felizmente, leite é coisa que não me falta. O problema é mesmo a M. Aminha filha sabe o que é bom - mamar na mama da mãe é mil vezes melhor e ela sabe-o bem. Pega bem nos biberões todos, não é esquisita, mas dá cabo do leite em 3 tempos. Na mama são 20 min, no biberão são cerca de 6-7. Resumindo, tenho de ter sempre a postos a chucha, para lha dar assim que acaba o biberão, senão é um berreiro na certa. A miúda fica irritada porque já não tem mais nada para mamar. Mas entenda-se. Não é fome. Dou-lhe 180 ml na primeira mamada quando as dores são maiores e 150 ml nas restantes, e ela aguenta-se as 3, por vezes 4 horas de intervalo. É mesmo a necessidade do acto de mamar. Portanto, a chucha tem mesmo de estar por perto. Ainda refila um bocado, choraminga e olha para mim com ar de zangada, mas depois com um pouco de conversa melódica e um valente arroto, seguido de um bolsar, normalmente acalma. E esta, hein?!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Lola
Descobriu uma nova chucha! Até aqui a sua preferida era a da Chicco, de borracha, que tal como a nossa amiga enfermeira ensinou, são as melhores porque são moles e não marcam a boca. Agora, a sua preferida passou a ser a Lola! A vaca da Noukies que serve de chó-chó, ou ó-ó se preferirem. Dorme sempre com ela, apesar de ainda não dar pela sua presença, por ainda ser pequenina. Achava eu. Este fim-de-semana pusemos-lhe a Lola nos braços, enquanto estava na espreguiçadeira para ver se a começava a entreter. Comecei a brincar com a vaca, que é muito macia, passando-a na cara, para ela sentir a textura. Ao fim de um bocado deixei-a e quando dei conta, estava a chuchar na sua orelha. Prefere a orelha esquerda porque já está feita ao jeito dela (reparem na foto). Faz um som muito engraçado e lá fica a chuchar o boneco. Descobri que quando está a fazer fita é das poucas coisas que a acalma. Mas... Sim, tem um mas. A criança ainda não domina a perícia de segurar o objecto do seu desejo como pretende. Resultado: puxa a vaca sem querer e depois tenta voltar a enfiá-la na boca. É claro que não consegue. Quando isso acontece, é dar-lhe 3 minutos. Começa com uns nervos, a irritar-se, e vai daí, chora. Portantos, é preciso segurar-lhe a vaca junto à boca, para que ela inadvertidamente não a arranque de lá. Ou seja, pensando eu que tinha encontrado um entretém para a menina não precisar permanentemente da minha presença, afinal, descobri mais uma coisa que me prende a ela. Um dia há-de conseguir. Não há bela, sem senão, já dizia o outro...
Está crescida!
Ontem na banheira, pela primeira vez, quando o pai a virou de barriga para baixo para lavar as costas, em vez de ficar pendurada no ar, pôs-se de joelhos e ficou esticada ao longo da banheira. Estás a crescer depressa filha...