Não. Assadíssimo... O dia com o avô teve um senão. O normal é pedir-lhe para ficar com ela só meio dia, pois apesar do jeito que tem para tomar conta dela, fazendo cambalhotas e vendo livros, entre outras coisas, o mudar da fralda é mais crítico. Para além de se baralhar um bocado e demorar a perceber qual a frente e qual o verso, quando é cocó o resultado não é bom. Isto porque os cocós da M. são extremamente moles e por isso borram, literalmente, tudo. Ora, tratando-se de uma menina, há sítios mais recônditos do que outros a limpar... O meu pai nem tem ideia. Nem vale a pena explicar, porque em sítios bem mais óbvios a coisa também não fica bem limpa, para além do que por vezes até a roupa fica um pouco mal-tratada... Resultado: ao final do dia, a M. tinha feito 3 valentes cocós, todos limpos pelo avô. A primeira coisa que fiz quando cheguei a casa foi enfiá-la na banheira, antecipando um pouco esse ritual. Quando tentei lavar-lhe a papoilita, como carinhosamente diz a tia P., desatou num berreiro inacreditável. Quando fui ver... Até me doeu. Estava vermelha desde a frente até atrás e não havia cantinho poupado... Foi um castigo para a lavar, depois para a limpar e sobretudo para lhe mudar as fraldas seguintes. Liguei para a tia XXL, pois está claro, que me sugeriu limpar sempre com esguichos de soro fisiológico, em vez de toalhitas (eu uso sempre compressas não esterilizadas e água), secar sempre com o secador do cabelo a frio e muita pasta de zinco. Avisou-me da possibilidade de ficar em ferida, o que felizmente não aconteceu. A sua cara de alívio com o secador até dava dó... Ainda demorou uns dias a curar e nós aprendemos para todo o sempre que um dia inteiro com o avô dá mau resultado. Ele, coitado, nem chegou a saber, para não ficar com problemas de consciência...
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Dia com o avô
A ama adoeceu e faltou uns dias. O meu pai prontificou-se a ficar com a neta e sem ele dar por isso, calhou-lhe o dia inteirinho... Habituado a só ficar de manhã ou só à tarde, teve de se arranjar desde as 8h30 até às 18h00, hora a que eu cheguei. Parece que brincaram o dia todo, sem sestas pelo meio, tal foi a excitação. O meu pai só me dizia "ela não pára!" e ela encantada ria-se. Depois de jantar, em questão de minutos, a M. aterrou na cadeira de comer e já não conseguiu mais ter qualquer reacção. Liguei para o meu pai, para lhe perguntar algumas coisas e atendeu-me a tia. O avô, disse-me ela, estava no sofá a dormir, depois de ter discursado uns momentos sobre a actividade imparável da neta. Assim, naquela noite, duas pessoas com tendências noctívagas, e com a mania que dormir é só muito tarde, adormeceram por volta das 21h00, coisa inédita na família... Ficaram os dois derreados com a aventura do dia!...
Tunga! Pumba! Pum!
Quando a M. cai, costumo dizer "Pumba!" para ela não se assustar. Quando a empurro no carrinho, nos momentos em que ele embate nas paredes, grito "Pum!". A M. pegou nisto tudo e somou-lhe mais um - "Tunga!". São os sons que ela usa quando algo cai no chão ou vai contra qualquer coisa, independentemente de ser ela a tirar ou não. É engraçado o ar de safada que costuma pôr ao dizer estes sons...
Já espera
Quando acorda de madrugada, geralmente faço-lhe o biberão da manhã para ver se a menina adormece outra vez. Habitualmente, isso implicava guerra: aquela hora da manhã, ela quer é colo e eu já não consigo fazer o biberão enquanto tento aguentar aquele peso. Por isso, costumávamos ter choro até conseguir ir para o colo com o dito na boca. Desta vez, correu melhor. Levei-a ao colo para a cozinha enquanto lhe explicava que ia fazer o biberão. Ela olhou muito séria para mim e depois sorriu de orelha a orelha. Quando chegou a parte de a sentar no chão, lá lhe expliquei o porquê e pedi-lhe para ficar muito sossegadinha. Não é que desta vez a impaciência perdeu a vez?! Ficou ao meu lado, sentada em cima do tapete da cozinha, muito séria, enquanto me ouvia a explicar os passos todos da feitura do seu leitinho. Nem queria acreditar! Depois, levantou-se e calmamente, deu-me a mão e, de Lola na outra, foi mansamente atrás de mim até à sala. Fez-me lembrar aqueles postais queridos de meninos com um boneco a arrastar pelo chão. Que bom que é já não haver estes cinemas! Mas, atenção! É só de vez em quando, porque a impaciência ainda é uma das suas grandes características...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Escova de dentes
A menina gosta de trincar. Ou melhor, gosta de morder quando apanha alguma coisa dentro da boca. O resultado são muitos gritos quando chega a hora de lavar os dentes com a dedeira... Gritos nossos, entenda-se... Já tentei de tudo para ela parar, mas como nada surtiu efeito e ela continuava encantada com essa nova brincadeira, desisti e passei à escova de dentes. Agora, esfrego primeiro eu, para depois passar-lhe para as mãos aquela coisa gira, com uns pêlos espetados e que até são fáceis de arrancar. Não está nada fácil a tarefa de lavar os dentes...
Processo cognitivo
De repente, sentimos uma diferença enorme na M. em termos de compreensão. Já percebeu por completo a lógica do encaixe das formas nos buracos dos seus vários brinquedos com essa função. Já reconhece a maior parte dos animais que tem, desde os animais da selva à ovelha e aos bichos aquáticos do banho. Percebe aquilo que lhe pedimos, desde o ir mostrar ao pai, ao sentar, ao deitar ou desempenhar certa tarefa numa brincadeira. Já responde a algumas das nossas perguntas, como se quer mais, se gosta ou qual das coisas quer. Já reconhece os membros da família mais chegada pelo nome, apesar de só os ver muito de vez em quando. É um caminhar sempre em frente que nos surpreende e encanta.
Uvas
domingo, 18 de janeiro de 2009
Mais palavras
O normal é apreender uma das sílabas, regra geral a primeira. Algumas delas já são velhas, às quais atribuiu mais do que um significado.
- cacol ou cucol (caracol)
- ti (tigre - já era tio)
- ca (cavalo ou macaco)
- Nana (banana)
- nhona (anona)
- pê (pêra - que já era peixe)
- pu (pomada)
- bão (tubarão - que já era bolas de sabão e balão)
- tê (estrela)
- pupu (peru)
- e uma vez disse com um ar muiiiito malandro, "papinha"!!!
Aos pares
Os seus amigos funcionam aos pares, um para cada mão: o peixe de borracha (a Doris do Nemo) é com a tartaruga (da mesma colecção); o tigre com o elefante (ambos de plástico); a ovelha com o ornitorrinco (de peluche, provenientes da Nova Zelândia e da Austrália); o caracol e a abelha de madeira; e duas bolas do jogo de eleição.
Crises de nervos
Passou a isso, a exteriorização do seu mau feitio. Fica logo zangada, faz cara feia, chora alto, anda de um lado para o outro, enquanto vai abanando os braços ou batendo com as mãos uma na outra, como se estivesse a sacudir a farinha. Tenho três formas de a parar: ou ignoro, ou fico a olhar muda com uma cara mista de incrédula e reprovação, ou pergunto-lhe o que é isso com cara séria. Costumam resultar as três, mas a primeira é a mais eficaz. Espero sinceramente que seja só uma fase...
À terceira só cai quem é burro...
A terceira tentativa de me deitar as unhas, uns dias depois, foi apenas isso - uma tentativa. Assim que encostou a mão à minha cara e viu o meu ar, segundos antes de eu levantar a mão, parou e ficou com os dedos em posição, encostados à minha bochecha, com uma cara de "será que vou a tempo?". Foi. Depois, fez-me uma festinha, mas daquelas pouco meigas, como que a disfarçar o primeiro gesto, mas o suficiente q.b. para mesmo assim eu perceber a intenção original. Não voltou a repetir a gracinha até hoje.
Segunda palmada
No dia seguinte, pelo mesmo motivo. Desta vez, o pai nem se apercebeu, só dando conta depois de me ouvir dizer um "Madalena!" muito feio. Ela olhou para mim, olhou para o pai, continuando com essa reacção, alternando o olhar de um para o outro. O B. perguntava-lhe o que se tinha passado e o que tinha ela feito, com um ar sério e eu mantive a minha cara de zanga. O cómico é que quando olhava para mim fazia cara séria, como que a avaliar a situação, quando olhava para o pai, fazia o beicinho genuíno, como que a ameaçar o choro. Mas choro que é bom? Nem vê-lo!!! Segurou-se e aguentou-se à bronca como gente grande. Ou seja, com o pai fica mais sentida do que comigo... O final da história também foi igual: beijinhos distribuídos e muito sentidos, pelo que acho que estamos no bom caminho...
Primeira palmada
Foi na noite de fim do ano... E ainda por cima a dobrar... O seu mau feitio tem-se vindo a revelar cada vez mais. Bem sei que saiu ao pai e puxa à mãe, mas ela conseguiu refinar... Anda com a mania de teimar até mais não, fazer birra por tudo e por nada quando contrariada, com choros sonoros e agora levanta também a mão. Bem sei que faz parte, e que está na idade de testar todos os limites, mas parece-me que esta menina vai ser complicada, se não tivermos cuidado. Estava eu no chão a brincar com ela, quando teimou que tinha de mexer nas velas da mesa de apoio, estando careca de saber que não pode. Disse-lhe que não, e ela ignorando-me por completo, insistiu. Estivemos nisto até que eu me irritei e tirei-a de ao pé da mesa em peso com um não muito sério. Não é que a criatura levantou-me a mão e deitou-me as unhas à cara! E com cara de má!!! Nem pensei. Assim que senti as unhas, ela sentiu a palmada no rabo. O B., que estava ao lado, fez o mesmo, e por isso em simultâneo virou-lhe a mão e deu-lhe uma palmada na dita. Peguei nela e puxei-a para ao lado para ela perceber que estava mesmo zangada com ela, enquanto ambos lhe dizíamos que tinha sido muito feia. Numa fracção de segundos, o seu pequeno cérebro processou a informação e desatou a chorar. Ficou mesmo sentida, porque de dorida não tinha nada, visto que as palmadas foram para enxotar moscas. Mesmo assim, fiquei com o coração mais pequenino e tive vontade de vacilar... O pai, logo de seguida, sentiu-se também e agarrou nela, explicando-lhe que não podia ser, quase estragando tudo. O que vale é que a avó lá lhe disse para a largar, enquanto dizia à neta para me fazer uma festinha para pedir desculpa. Acabou por me dar um beijinho muito sentido, outro ao pai e todos fizemos as pazes. O vaticínio da avó, que já cá anda há uns anos e deve saber o que diz: "Vai, vai! Vai-se ver grega, vai!"...
Fim de ano com os avós
Graças ao funeral, que implicou a chegada a Lisboa às 16h00, de 31 de Dezembro, os meus sogros acabaram por ficar cá em casa a festejar o final de mais um ano connosco. A M. estava nas suas sete quintas com os avós para partilhar os brinquedos. A avó fez as suas delícias e apanhou em três tempos o seu linguajar, decifrando que "pê" é peixe e que isso implica também a tartaruga e dando-lhe abébias no que toca a comida. Graças à presença dos avós e à comida que tinhamos em farta para a ocasião, a M. acabou por se desforrar e até eu desisti e deixei que comesse o pão que quisesse. Os avós de cansados, adormeceram e eram 23h50 quando a avó acordou estremunhada, que por sua vez, estremunhou o marido, para fazerem tchim-tchim à meia-noite. Eu estava à espera de detectar tampas de panela a bater às janelas e, assim que as ouvi, corri ao despique, deixando o B. um tanto ou quanto envergonhado e a sogra a rir à gargalhada e a dizer que já tinha valido a pena vir a Lisboa. A M. adormeceu pouco depois da passagem do ano e nós fomos para a cama com o sabor de uma "festa" simpática, caseira e confortável. Pelo menos, começar, começou bem! :)
Bebés!!!
No último dia do ano, o B. foi a Montemor-O-Novo, a um funeral de uma tia paterna que morreu de repente. Eu fiquei em Lisboa com a M. e aproveitei a manhã para tentar a sorte nos saldos. Levava a M. no carrinho, condição sine qua non para conseguir fazer alguma coisa. Entrei na Massimo Dutti, com descontos de 60% (é incrível o que a crise faz...) e estava eu a ver calças quando a M., rindo e gritando "Bebé! Bebé!", topou, no meio das pessoas, um bebé e uma menina com talvez mais um ano do que ela. Uma Beatriz que se viu na obrigação de entretê-la, porque de cada vez que lhe virava costas, ela chorava, mas chorava! A nova amiguinha saltitava, dançava, fazia cenas de filme cómico, atirando-se para o chão, e a M. dava gargalhadas, pondo a loja inteira a rir um bom rir. Mas sempre que a Beatriz ia ver do irmão ou da mãe, que não parava de experimentar roupa, a minha menina chorava baba e ranho. Estive à vontade cerca de uma hora dentro da loja, sem ver roupa, a tentar convencer a minha filha de que a Beatriz se tinha ido embora, para dois minutos depois esta voltar a aparecer. Acabei por desistir daquela loja e passei a outra. Na segunda loja, estava uma menina com os seus 4 anos com a mãe. A M. mais uma vez, grita "Bebé! Bebé!", mas esta não era nenhuma Beatriz, que tinha jeito para a comédia e escondeu-se atrás das pernas da mãe. Sairam da loja e, consequentemente, eu também. É que a M. voltou a chorar desalmadamente com a ida daquela potencial amiga. Resumindo: todas as crianças que ela viu naquela manhã eram primeiro motivo de risos e gargalhadas desproporcionais, logo seguidos por um choro sentido, digno de fado, por se irem embora. Compras com ela sozinha outra vez? Só se não tiver remédio!!!
Sentada no bam-bam
O carrinho de empurrar também se transforma num carrinho de sentar. Um dia, virei-o e sentei-a nele, empurrando-a corredor fora. Ao fim de algumas tentativas frustradas, porque os pés arrastam pelo chão e impedem-no de avançar, lá lhe consegui fazer entender que tinha de pôr as pernas para cima para andar. Agora, quando se senta no carrinho, levanta as pernas e apoia-as ao lado do volante, dizendo "Pé! Pé!" como quem diz "Já sei! Vês?". É de chorar a rir. Só não tem graça é o cansaço de andar a correr corredor afora, enquanto ela se diverte no seu bam-bam. Ufa!!!
Ti!
O tio Filipe é o "ti". Ao chegar a Lisboa de viagem, entrou em casa e foi direitinha para o quarto a gritar "ehhh!" de contentamento, reconhecendo o seu espaço e os seus brinquedos. Depois do reconhecimento feito, veio para a sala, olhou em volta e começou a perguntar pelo "ti". Tantas vezes perguntou, connosco sempre a dizer que não estava, que acabei por lhe ligar só para ela o ouvir falar. Só se calou depois do telefonema e de alguns beijinhos dados ao telefone. Já aqui ficou bem frisada a sua paixão por ele - é só mais uma prova de que se mantém.
Andar bem
Os dias passados em casa da avó na brincadeira com a prima, puxaram por ela e veio para Lisboa a andar bem. Ainda vai ao chão gatinhar, mas cada vez menos. Mas a sua característica de trapalhona parece confirmar-se. Tropeça imenso nos seus próprios pés e é engraçado vê-la às arrecuas até acabar por dar um bate-cu pouco discreto. O que vale é que não é muito maricas e por isso segue caminho sem muita conversa.
Natal
Um dia cheio de polvo frito, rabanadas (que nós chamamos de fritas lá para cima), filhoses, doces e muita, muita confusão. O dia é infernal, com os entras e sais de toda a gente, os meus cunhados até à última a trabalhar na padaria (é a época de maior trabalho) e eu a tomar conta da pequenada com a ajuda do B. Calhou-me a mim cumprir o papel de tia e madrinha e dei banho às três, vesti e sequei o cabelo, dando-me a certeza da loucura que é ter mais do que um, com pouca diferença de idade, especialmente se forem terrabentas como as duas mais pequenas... O jantar na casa dos meus sogros é constituído por vários pratos: açorda de bacalhau, bacalhau cozido e arroz de polvo. A açorda é tradição da casa do sogro que a mulher respeita anualmente, o bacalhau porque faz parte da ceia de Natal na Beira Alta e o arroz de polvo porque sim. Confesso que já tenho saudades do bacalhau guizado que a minha avó do norte fazia na panela de ferro preto de três pernas à lareira, com colorau. As sobremesas são mais que muitas, mas nunca faltam duas coisas: o pudim de ovos e o doce de serradura. Gabo-me de este último ter sido importado por mim da minha família da Madeira para a tradição desta família. Sentamos-nos à mesa já tarde, por causa da mercearia e padaria que fecham tarde naquele dia, mas com muito barulho e gargalhadas pelo meio. Os presentes foram antecipados porque a pequenada já não aguentava mais, e lá se distribuiram. Primeiro a prima mais velha, depois a mais nova. A M. para o ano vai entrar nestas andanças, mas desta vez ficou-se entretida no meio dos papeis de embrulho, sem perceber o que se estava ali a passar. Com sorte, ainda há polvo frito, num dos pratos que a sogra escondeu pela casa - este ano foram 8 kg de polvo e, mesmo assim, houve guerra... No final, fica-se à conversa, já tudo meio a dormir, tendo eu ficado sossegada a ver um filme, para cumprir pelo menos uma das minhas tradições de Natal.
Prima Matilde
Como de costume, fomos passar o Natal lá acima. A M. adora as primas, mas em especial a mais nova, que tem apenas mais um ano do que ela. Aquela por sua vez, tem uma verdadeira a-do-ra-ção pela sua prima pequenina. Faz tudo o que esta faz, até comer, que não é o seu forte (a mãe já me disse que, se a M. lá ficasse 15 dias, a sua filha engordava o que precisava!). Enquanto lá estamos, passam os dias inteiros juntas a brincar. A casa parece outra, cheia de barulho e correria, gritinhos e guinchinhos de felicidade. Confesso que chego ao fim do dia de rastos, de andar atrás das duas. O que uma tem a mais na fala, tem a outra no andar, mas não é por isso que não se entendem. No meio do charabiá delas, passam o dia de volta dos seus afazeres. Para a M. a prima é a "bebé ", já a outra chama-lhe "manena". A continuar serão super-amigas no futuro, sobretudo quando já não se sentir a diferença de idades. Serão férias super-divertidas, e ainda mais se os pais a deixarem vir com a nossa M. uns dias, para a praia ou para a capital. A nossa, é certo, irá de férias com os avós, algo que consideramos essencial para o seu imaginário, para o seu crescimento e desenvolvimento e para a sua relação com aquela parte da família que está tão longe no dia-a-dia.