É mesmo!!! Já por mais de uma vez frisei aqui a sua vontade de comer permanente. Desde que descobriu o pão e o termo que se usa para o denominar, não quer outra coisa. Se me vê entrar na cozinha vai direitinha à zona da caixa do pão, levanta-se e encostada ao armário começa a gritar "pãínnn! pãíinnnn!!!", enquanto aponta, toda esticadinha para o sítio da sua veneração. Aliás, tem dias em que tudo o que seja de comer é "pãíinnn"... É de tal maneira, que já cheguei ao cúmulo de ligar para a minha sogra um desses dias em que a M. andava para trás e para a frente na sala, atrás de mim, a gritar por mais "pãíinnn" só para ela ouvir a nova proeza da sua neta... O avô padeiro e a avó que não consegue resistir a uma côdea de pão (estão-se sempre a rir para ela...) deliram ao vê-la tão desesperada por pão, sentindo uma consanguinidade mais vincada pelo facto de a neta ser a fã n.º 1 daquele alimento, que eles tão bem conhecem por o terem fabricarem tantos anos.
Há 8 anos
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