Ainda não referi aqui nenhuma vacina da M. Talvez por ter fobia, na verdadeira acepção da palavra a agulhas, mas penso que merece o comentário. Foi sempre o B. que a segurou em tudo o que implicou picas. Não é que eu não seja capaz, mas a minha aflição seria no mínimo contraproducente para a criança. Assim, o ritual é ir ter com a tia Piquita, como ela própria se intitula nestas situações, e enquanto eu passarinho algures pela sala sem ver ou ser vista pela filha, o B. despe as calças, segura na perna dobrada e a XXL faz o que tem a fazer. A M. regra geral, não é de grandes choros. Se chora, não é por muito tempo, e perdoa sempre à sua amiga sem a bata branca vestida, não lhe guardando qualquer rancor, até hoje - e as vacinas são quase todos os meses! Depois de levar a pica, dirijo-me a ela e tento dar-lhe colinho para a acalmar, mas o B. nem sempre me dá esse direito, até porque se não seguro para o mau, também não tenho legitimidade de segurar para o bom. Está bem, não faz mal. O que interessa é que a nossa pipoca é uma valentona e faz ver à mãe nesta área... Quanto a reacções, foram poucas as vezes que fez, se bem me recordo, só na dos 2 meses é que a febre atacou.
Há 8 anos
1 comentário:
No nosso caso é o contrário, eu sou a valentona e o Ricardo é o piegas, quase desmaia :p
O que vale é que há sempre um que compensa pelo outro :)
Enviar um comentário