A M. já calcorreia a casa a gatinhar. Já não se pode deixar no meio do puzzle, no meio da sala, pois em segundos põe-se de joelhos e vai ter connosco. É um facto desde há 2 dias. Acabou-se o sossego...
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Malvado João Pestana!
Também já aderiu - birras de sono. Daquelas grandes, inexplicáveis, cansativas. Agora, quando tem sono, resiste como gente grande não consegue. Chega ao cúmulo de dormitar uns minutos e depois fazer um último esforço para chorar e acordar, dando um safanão com a cabeça para espantar o sono. E consegue. Chora, chora, chora, esfrega os olhos, esfrega a Lola na cara, pende a cabeça e continua a chorar. Nunca vi tamanha teimosia (foi somar a minha e a do pai juntas). Já não adormece calmamente na cama dela, mas também não ao colo. Fica num estado de excitação tal, que parece um radar a virar incessantemente para o lado de onde vem uma luz ou um som. Ontem, adormeceu aos soluços ao colo do B. Hoje, tomámos rédeas e por isso adormeceu na cadeira de comer (já tinha quase adormecido na cama) com ar de má, os olhos a revirarem para não se fecharem e com trejeitos na boca de quem ameaça o choro. Para quê tornares a coisa tão difícil, filha?!
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Meus amores
Li no outro dia num jornal que está provado que as pessoas que não conseguem dizer "amo-te", "preciso de ti" e outras expressões do género, foram modeladas pela sua própria educação. Ou seja, quando em casa não se exterioriza estes sentimentos por palavras, mesmo que as acções o demonstrem sem sombra para dúvidas, as crianças não aprendem e reprimem essa capacidade. Confirmo. A partir dos meus 12 anos, altura em que a minha avó também deixou a nossa casa, deixou de haver qualquer demonstração do que quer que fosse nesse sentido. O meu pai era e é incapaz de ultrapassar essa barreira, que ele próprio construiu com a viuvez, ao ponto de eu ficar impressionada por o ver despedir-se da neta com um beijinho (mesmo que a fugir). Eu, durante anos, não fui capaz de o fazer. Sou pouco meiga ou carinhosa, e só mesmo o meu marido é que teve direito a exteriorizações orais. Nunca fui de fazer festas às amigas e quando choravam tinha uma dificuldade monstruosa em abraçá-las. Esforcei-me por ultrapassar tal entrave, mas estou consciente que não fui muito bem sucedida. Nasceu a filha. Os sentimentos foram progressivos e não imediatos. Não foi logo que eu afirmei "é minha e muito minha e por isso é a mais linda e a melhor do mundo". Ao ler aquela notícia, em introspecção, revi-me no meu pai e assustei-me ao concluir que provocaria o mesmo nela, como que um círculo que se fecha. Fiquei a matutar no assunto uns tempos. Até que me apercebi. Nunca lhe disse "amo-te muito filha", e garanto que já tentei e não saiu, mas... Passo a vida a chamá-la de "meu amor", "minha pipoca", pergunto-lhe vezes sem conta "quem é a coisa boa da mãe?". Enfim, sem dar por ela, a M. conseguiu mais um pequenino milagre, que não me pensei ser capaz. Por isso, encho-me aqui de coragem e deixo escrito num sítio que nem o mar, nem o vento, nem o tempo apagam - Amo-te muito filha, como algo que doi cá dentro sem fim. Amo-te muito meu querido, sempre mais, apesar do que passou e ainda há-de passar. Pronto já disse. Já só falta dizê-lo em voz alta para que hajam testemunhas.
... o segundo ditado
Disse-mo uma senhora que afirmou que não acreditava em nada disso quando lho diziam em nova - "então alguma vez depois de criados davam mais trabalho do que enquanto pequenos, quando precisam de nós para tudo?!". De facto, é difícil imaginar que todo o trabalho agora preciso seja superado em dificuldade já em adultos. Acredito piamente que sim. Em circunstâncias de desigualdade, pois já não se controla nada, apenas podemos dar o apoio que nos é pedido. Isto quando pedem, o que nem sempre acontece. Daqui, extrapolo de mim para a M. Hoje em dia, a nossa família é composta pelo B., a M. e eu. Não se estende aos nossos pais por vários motivos - uns por causa do orgulho que impede sequer laços de cordialidade, outros pela distância. Hoje em dia, sentimos-nos um tanto ou quanto isolados, abandonados até. Não há o almoço ou o jantar em casa dos pais, não há um baby sitter natural para uma ida ao cinema ou para um dia mais complicado, qualquer favor que seja feito é encarado (pelo menos por nós) como isso mesmo, um favor e não algo normal entre gente que se gosta. É sempre tudo muito difícil. Dou por mim a rebentar de saudades da minha mãe, que já cá não anda desde os meus 10, mas que fantasio, tornaria com toda a certeza tudo isto em algo bem diferente. Por isso mesmo, prometo-te M., do fundo do meu coração, que sempre, mas sempre, estarei lá, seja quando for, porque for ou com quem for. É a minha promessa, com a firme convicção de que aquela senhora tinha toda a razão. E se algum dia me esquecer desta promessa, que quem é hoje minha testemunha mo recorde com toda a veemência na altura.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Dizeres
Aprendi dois com os velhotes de ontem: "mãe deve dar asas para voar e colo para voltar" e "filhos criados, trabalhos dobrados". Dois bons ensinamentos. O primeiro parece-me óbvio, apesar de nada evidente de cumprir. Em algumas circunstâncias, dar asas para voar é algo de intrinsecamente contrário ao que de mais fundo está no nosso ser - o desejo de protecção é enorme... Bem sei que é necessário contrariá-lo permanentemente e com o tempo essa necessidade vai aumentar exponencialmente. No entanto, parece-me a mim que mais ou tão difícil do que dar asas é dar o colo depois. Tantas e tantas vezes que nos irá contrariar, achando que está a fazer melhor, para depois perceber que afinal tínhamos razão. Para alguém como eu, que gosta de impor a sua razão, não vai ser pêra doce, mas fincarei pé contra o meu feitio para ter sempre o meu colo pronto, sem o típico "eu bem te avisei". Parecendo exagero, mas garanto que é uma coisa que já lhe vou prometendo agora baixinho ao ouvido. Farei o meu melhor para não pecar onde o meu pai e outros nessa mesma função pecaram. Quanto ao segundo ditado...
terça-feira, 22 de julho de 2008
Encontros de 3ª idade
Ontem e hoje a ama da M. ficou doente. Fiquei eu em casa a tomar conta dela. Ontem, o passeio da manhã foi perto de casa, por entre prédios e ruas vazias. Hoje achei que merecíamos melhor e por isso levei-a à Quinta das Conchas, um jardim público simpático e muito verde. Fomos logo cedo, artilhadas para lá passar a manhã até à hora do almoço. Foi engraçado ver o encontro de gerações - maioritariamente, só se viam avós com os netos. Uma data deles, com as brincadeiras e conversas típicas de avós. Uma senhora que mal se mexia, estava a ajudar a neta de um ano a aprender a andar "Ummm, doiiissss, três!" - é fantástico a energia e força que se arranjam quando se trata dos nossos. Passeei por entres as árvores, fazendo metade da Quinta, até que a M. adormeceu. Encostei-me a um banco e folheei uma revista que levava comigo até ela acordar. Parece que ela adivinhou que devia aproveitar aquele bocadinho e antecipou o fim da soneca. Calcei-lhe os sapatos, tirei-a do carrinho e fiquei ali na brincadeira com ela. Sempre que passava alguém, ela metia-se olhando fixamente e sorrindo. A maioria ria-se e seguia, alguns acenavam e outros pararam para se meter com ela. Umas quantas senhoras riram-se, falaram, deram conselhos e acima de tudo recordaram. No fim, iam embora contentes e de cara iluminada a comentar "Mas que simpática", dando uma última olhadela para trás. Assim, ontem, conseguimos fazer uma quantidade de velhotes felizes. Fiquei com a nítida sensação de que a maioria dos que pararam eram solitários sedentos de uma conversa qualquer, quanto mais de uma bebé sorridente que lhes fez a festa por algo tão simples como um olá. Quando viemos embora, vinha babada e cheia. Babada por todos terem adorado tanto a minha filha. Cheia de uma sensação positiva de ter feito a boa acção do dia.
Santa Madalena
É hoje o seu dia. 22 de Julho é o dia em que se celebra a memória de Maria Madalena. Disse-mo uma velhota encantada com os seus sorrisos.
Levantou-se!
Foi ontem, cá em casa, enquanto eu distraída via as notícias na televisão. Quando dei por ela, estava de pé agarrada a mim. Tinha conseguido amarinhar por mim acima até dar um gritinho de vitória por estar de pé. E já não o faz atrapalhadamente!
Areia + terra = delícia
Este fim-de-semana fomos até à Figueira para fazer praia com a M. A experiência anterior tinha sido positiva, com areia pela boca adentro à mistura. Desta vez, repetiu-se. Assim que se apanha em cima da toalha, a M. começa a gatinhar velozmente até à ponta para chegar à areia. Aí, fica deitada de barriga para baixo e vai levando punhados, sim, punhados, de areia à boca. Eu sento-a e ela fica satisfeita a comer e a lambuzar-se com a areia. Ora mete uma mão-cheia dela, ora chucha no dedo, como se a areia fosse açucar. Na manhã de sábado, foi controlado porque o sono era muito e a tentação da água era maior. À tarde, acabámos por vir embora da praia por já não saber o que fazer para a impedir de comer mais. É que o que é demais, é moléstia! Chegados a casa, e por estar um tempo óptimo, estendemos um edredão velho no jardim e pusemo-la à sombra da palmeira. Pior a emenda do que o soneto! Não satisfeita com o lanche de areia, achou que precisava de rematar com um repasto de terra! Gatinhou até à ponta e começou a comer torrões de terra... Foi uma guerra pegada entre mim e ela - ela arrancava relva, apanhava caruma, raízes cheias de terra - tudo para a boca. Acabou à hora do banho com uma M. toda suja, com as unhas pretas e os pés negros, mas feliz.
Pão e bolachas
De manhã, quando iam a sair, a minha sogra deitou cá para fora mais uma das suas sabedorias de avó: se lhe derem uma códea de pão ela fica entretida por um bocado. Por isso, o B. vai e dá-lhe um bocado de pão. Fiquei em casa sozinha com a M. que claro está, no meio de muita chafurdice, foi comendo o pão. Quando acabou, chorou. Só para não variar. Vi-me e desejei-me para a calar... À tarde, na praia, a minha sogra, como verdadeira avó que é, desempenhou bem o seu papel e levava bolachas, leitinho de pacote e iogurtes para toda a gente. A M. viu passar uma bolacha Maria em frente do nariz. Começou a ficar frenética, como sempre que vê comida. O pai deu-lhe uma. Ficou a roê-la pacientemente, com aqueles dois dentinhos dela, até a bolacha desaparecer. Desatou num berreiro logo a seguir. Eu neguei a segunda bolacha e a avó a contra-gosto respeitou, dizendo que não percebia nada destas modernices de agora. Como a M. não se calava, o B. ignorou-me e deu-lhe outra bolacha, enquanto a minha sogra dizia com um ar satisfeito "as avós têm sempre razão!". A terceira e quarta bolachas foram inevitáveis. Depois impus-me e acabaram-se. Para a calar, foi simples - o pai pegou nela e pô-la na piscina de água gelada que o tio tinha enchido para ela e para a prima. Espero que rapidamente percebam que os snacks entre refeições são dos piores hábitos alimentares que podem incutir numa criança. Senão lá vou eu ter de ser a má outra vez...
Domingo com os avós
Foram matar saudades da neta a Quiaios. Já não a viam há um mês, por isso, eram mais que muitas. Ao chegar no sábado à noite, mal se lembraram que também lá estávamos. Foi preciso o B. recordar a mãe com um olá de chateado - filho também se sente! :) Depois andou no colo de um e no colo do outro. Eu passei a pasta e aproveitei para poupar as minhas costas. No domingo, os meus cunhados apareceram com as filhas, assim como 3 irmãs da minha sogra e respectivas familias. Por isso, os meus sogros pouco gozaram a neta. À tarde, fomos à praia. A avó encarregou-se dela e por incrível que pareça, a M. até se esqueceu de comer areia! Fartou-se de brincar com a prima mais nova, que só tem um ano e meio a mais e uma paixão assolapada por ela. E desta vez a M. retribuiu. Quando se vêm é uma loucura! Uma ri-se, a outra corresponde e depois fazem um "mi-mi" uma à outra. Parece-me que vão ser melhores amigas. À noite, a avó para se despedir, pegou nela ao colo (não sem antes tomar um banho a correr porque estava "toda suja e molhada") e ficou distraidamente na conversa comigo. Quando demos por ela, já tinha adormecido de cansaço da azáfama daquele dia de praia e família. A avó passou-a ao pai para a deitar, chamou o marido para dar um beijo à neta, que ele fez a rir de nervoso, e depois despediu-se com um beijinho triste, já cheio de saudades até um próximo fim-de-semana.
Cheia
A M. é boa boca. Não se nega a nada que tenha a ver com comida. Mas nada mesmo. Há uns dias, tentámos ameixa. Era ácida e amarga, por isso o B. experimentou misturar uma banana para adocicar. Eu provei e fiz uma careta. Achei que era desta que ela se ia recusar a comer. Acham? Nem por isso. Comeu tudo! Ou melhor, ficou a meio, mas aquilo era enjoativo e imenso, por isso vai dar ao mesmo. Para saber se já está cheia é preciso saber ler os sinais. Vamos-lhe dando colher a colher, até que começa a mastigar a comida (que está desfeita). Pergunto-lhe se já não quer mais, ela sorri para mim, e se eu lhe mostrar outra colher, ela prontamente abre a boca. Ou seja, mesmo cheia, continua a comer. O sinal definitivo é quando ao engolir faz cara de agoniada. Faz careta e abre a boca para a colherada seguinte. Então, eu já sei que está na hora de parar... Glutona!
Índia
Este fim-de-semana ensinei-lhe um novo truque. Como agora passa a vida a passar a mão em frente à boca enquanto faz barulho, lembrei-me e tentei. Comecei a bater com dois dedos em frente da boca dela, enquanto lhe dizia, "Faz tu! Ahhhhhhh! Faz tu!". Não é que ela percebeu! Começou a fazer "ahhh" e quando viu que aquilo fazia um som diferente achou graça e continuou. Agora basta começar a bater com os dedos na boca e dizer-lhe "Faz M, faz!" E ela faz-nos a vontade. Depois continua sozinha, embora desajeitadamente. Agora temos uma índia cá em casa!
Parece uma tábua
Sempre que a tentamos sentar - no ovo, na cadeirinha de passeio ou na de comer. Pegamos nela ao colo, aproximamos-nos da dita e ela, sem tuge nem muge, estica-se toda. É uma trabalheira para a sentar. Por vezes, engano-a com beijinhos no pescoço enquanto a desço e levanto, mas é uma brincadeira que está a ficar esgotada - ela já antecipa. O normal é uma quantas descidas infrutíferas com ela tipo tábua, até que lá lhe conseguimos dobrar as pernas e sentá-la à força. Escuso de dizer que chora a seguir, certo?
Levou uma esfrega!
O avô e a tia estiveram fora um mês, por isso quando regressaram, a primeira coisa que fizeram foi visitar a M. Liguei de manhã para o meu pai, e durante o telefonema apercebi-me pelos barulhos de fundo que estava ao pé dela. Vieram de manhã, foram almoçar e à tarde, a tia regressou até às 19h. O meu pai deixou-a cá, enquanto tratava do passaporte (vai um mês para Macau em Outubro - sem comentários!) e depois veio despedir-se da M. e buscar a minha tia. De manhã, foram passear com ela à rua. Pensei eu que com o carrinho. Não... Levaram-na ao colo, e foi à vez. Agora pegas tu, agora pego eu... Depois, foi a minha tia que lhe deu a sopa do almoço e o biberão da água - para variar mal e por isso, encharcou-a ao ponto de ser preciso mudar-lhe de roupa. À tarde, quando eu cheguei foi preciso a minha filha ter um ginete para ela perceber que queria dar-me as boas-vindas... Resumindo, não dormiu sesta nenhuma, com toda aquela excitação e estava eléctrica com tanto apaparicanço exagerado. À noite, esteve a chorar 2 horas, com birra de sono, de sobre-estimulada que estava. Tentei de tudo: acalmá-la ao colo, pô-la na cadeirinha, no tapete com os brinquedos, na cama dela com a Lola. Nada resultou. Desisti e pu-la em cima da nossa cama, deitei-me ao lado e deixei-a cansar-se. Rolou, rebolou, sentou-se, deitou-se, vezes infindas, sempre a chorar. Fui-lhe massajando as costas como podia e fazendo festas na cabeça, para a ajudar a acalmar-se. Acabou por adormecer de gatas, a afocinhar no meu peito, e chorando baixinho, de olhos fechados, enquanto recebia as minhas festas na cabeça devagarinho. Foi o cabo dos trabalhos para me levantar e pegar nela para a deitar sem a acordar. Com isto, descobri que as mães também aprendem a ser malabaristas!..
Lágrimas
Pela primeira vez, saltaram-lhe duas bem gordas cá para fora. Foi na 5ª feira passada, quando a tentei pôr no ovo, no carro. Como de costume, começou a chorar porque não queria. Então o colo é tão bom! Ao obrigá-la a sentar-se, no meio do choro, apareceram - uma em cada olho, bem molhadas... Fiquei com mais um bocadinho de remorsos... Limpei-as com o dedo e fiz um miminho extra para recompensar a frustração. Desde então, quando quer chorar, mesmo que por birra, por vezes lá lhe saltam para fora aquelas mesmas duas lágrimas. Ficam-se pelo olho, molhando apenas as pestanas. Ainda não se atreveram a cair.
Dentinhos
Depois de comer limpo-lhe sempre a boca e os dentes com uma compressa molhada. De todas as vezes, pergunto-lhe pela boca ao que ela estica a cara e fecha a respectiva, para eu passar a compressa. Depois pergunto-lhe onde estão os dentinhos. E ela com um ar muito sabido, abre a boca e deixa passar aquela coisa branca e molhada para trás e para a frente. Parece que gosta - menos mal.
domingo, 13 de julho de 2008
Quando chegamos a casa
Quando sou eu, recebo um sorriso enorme e fica num desassosego enorme para vir para o meu colo no segundo a seguir, exigência que se não for cumprida à risca pode comportar algum choro. Agora quando o pai chega... Normalmente, está no chão ou em cima da cama a brincar comigo. Mal o vê, ri-se e faz de burrinha velha. Depois numa agitação só, costuma virar-lhe as costas, esconder a cara em mim, mesmo que para isso tenha de se pôr de gatas para "fugir", e rir-se imenso enquanto espera que o pai se meta com ela. Ele satisfaz e encosta a cara nas suas costas, enquanto lhe diz um "Olé!!!" sonoro. O resultado? Costuma ser uma gargalhada e o desafio para a palhaçada. Nem imagino daqui a uns anos...