Depois de comer, é suposto limpar-lhe a boca e os dentes. Vou buscar uma compressa molhada e peço-lhe a boca. Ela fecha-a bem fechada e estica a cabeça. Depois pergunto-lhe pelos dentinhos e ela abre prontamente a boca para eu os esfregar, repetindo a proeza uma outra vez, sem se aborrecer. Linda menina!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Resistência
Resiste como gente grande ao sono: atira a chucha, a vaquinha Lola voa, faz de índia, levanta a mão para dar mais cinco, esfrega incessantemente o olho, põe-se de pé na cama até já não se conseguir arrastar... Ontem foram duas horas disto. E depois parece de propósito: os dias em que o pai não está são piores. De vez em quando, o B. tenta o truque do BabyTV - costuma acalmar e parece que hipnotiza. O canal tem músicas boas e programas giros e didácticos, apesar de em inglês. Às vezes acaba por adormecer a custo com aquilo, mas habituar a minha filha a adormecer em frente à televisão, na cadeira de comer, não é sistema... Penso que tenho de ganhar coragem e deixá-la chorar outra vez uns dias até aprender, mas depois lembro-me das amigas Joana e Palmira que adoptaram o sistema contrário, do mimo e do colo, e não é por isso que o Francisco é terrorista aos 2 anos, nem o Quim é mimado aos 20. Que fazer?
Encontrei uma explicação... EM CONSTANTE MOVIMENTO Os bebés de nove meses estão sempre a mover-se. Ponha um bebé de nove meses em frente a uma cadeira virada ou a um carro e em pouco tempo estará encantado empurrando-o por todos os lados. A motivação para pôr-se de pé e mover-se para a frente é forte. Mas, atenção: quando os bebés experimentam mudanças rápidas no seu desenvolvimento motor, muitas vezes retrocedem nas áreas do sono e de habilidades anteriores nessas áreas. Muitos pais estreantes receiam que os seus filhos não recuperem as habilidades anteriores nessas áreas. Portanto, nesta etapa do desenvolvimento, o seu bebé pode parecer desorganizado por que está a esforçar-se por adquirir muitas habilidades novas.
Não! Não! Não!
Acabou-se a fase de ouro da sua vida e começou a da aprendizagem do cumprimento de ordens. O não já é utilizado cá em casa e cada vez mais. E à conta disso, vamos-nos apercebendo da teimosia que se vai começando a revelar. A M. já percebe bem o conceito do Não. Já por várias vezes que ouve a palavrinha maldita e pára. Depois usa uma técnica quase infalível senão estivermos prevenidos. Ao ouvir o "Não!" pára, olha para nós e após uns segundos que parecem de reflexão, sorri com uns "Hum!" engraçados à mistura. Faço um esforço quase sobre-humano para não me desmanchar ali mesmo e continuar a apregoar o meu "Não!". Se não resulta, chega a gatinhar na nossa direcção o suficiente para não se desviar da sua trajectória inicial e para nos fazer cair num sorriso desarmado. Se nada disso resulta, desiste e segue caminho para outra aventura. Óptimo, dirão vocês, têm uma filha excelente. Hum-hum... Não se deixem enganar. Só funciona assim quando lhe convém. Isto de perceber o "Não!" é só quando lhe interessa, caso contrário parece surda ou nós passamos por paredes mudas e caladas. Ontem, deixei-a brincar com uma revista velha. Rasgou, abanou, destruiu, feliz da vida. Deixei até ao momento em que quis comer papel. Disse-lhe que não e nada. Tirei-lho da boca e nada. Tirei-lho da mão e... voltou à carga. Estivemos nisto bastante tempo. Sempre que ela o levava à boca, eu tirava-lho, dizia que não e punha ao lado, tentando depois distraí-la com outra coisa (dizem os especialistas que esta idade deve ser ensinada, dando alternativas). A M. ignorava e num frenesim, tentava chegar ao papel para o pôr na boca. A certa altura, tirei tudo do seu alcance e pus em cima da mesa com um não mais zangado. Chorou como gente grande. Levantou-se, agarrou-se a mim e deitou a frustração cá para fora. Fui-lhe dizendo que já tinha passado, que NÃO podia ser e dando miminhos ao mesmo tempo. Depois de alguma insistência em me demonstrar o seu descontentamento, achei que já estava pronta para outra e comecei a brincar com o ginásio. Riu-se, mas depois lembrou-se porque estava chateada e continuou a chorar. Só ao fim de algumas tentativas de distração é que lhe passou. Feitiozinho torto, o que se avizinha!...
Dá cá mais cinco
Um dia cheguei a casa e a ama, como sempre, fez uma demonstração do novo truque da nossa pipoca. Desta feita, tinha-lhe ensinado o gesto do "Give me 5!", só que com a expressão "Men!". Tal e qual. A lúcia dizia "Men!" e a M. levantava a mão para que aquela lhe encostasse a sua. Depois de se ter ido embora, fui treinando com a M., mas agora com o "dá cá mais 5!" porque não vou na onda dessas linguagens modernas. Em pouquíssimo tempo tinha a lição estudada. Gostou tanto da brincadeira, que agora, mesmo sem lhe pedir, estende a mão, quando não são as duas, para que nós lhe digamos "5!" enquanto encostamos a nossa mão à dela. É de tal maneira, que já parece da juventude hitleriana: qualquer coisa, levanta a mão. Quando está a comer, quando está no carrinho em passeio, quando está na cama a tentar não adormecer e até quando conhece alguém. Se por acaso uma pessoa lhe sorri na rua e se mete com ela, ela vai e puxa do braço para cima. Depois tenho de explicar o porquê e acabar eu o truque, senão fica desiludida. E esta, hein?!
Deitar para o chão
Já chegou a esta fase... Agita os braços com alguma coisa na mão e... atira para o chão. Depois, com um ar muito interessado, inclina-se toda para olhar e ver a dita, como se estivesse a praticar lançamento de peso e estivesse a medir a distância conseguida daquela vez. Não fosse aquele ar, não tinha piadinha nenhuma. Ainda por cima, a maioria das vezes fá-lo da cadeira de comer, que está encostada ao sofá. Julgam que atira para o nosso lado? Nãããããoooooo... É sempre para o outro lado , para nos obrigar a levantar do sofá e fazer exercício (amiga, não?). Faz isto eu sei lá quantas vezes. Mentira. Até sei. Faz as vezes que nós nos predispusermos a apanhar o desgraçado do boneco ou a chucha e a dar-lho uma e outra vez... Uma vez, fartei-me e sentei-me no chão, ao lado da cadeirinha. Assim, era só apanhar do chão e atirar para cima sem ter de me baixar vezes infindas (aprendi no Baby Blues...). O B. nem queria acreditar...
Piscina
Na quinta da tia velha, como lhe chama carinhosamente o B., também há uma piscina. Levei as Little swimmers e estávamos todos desejosos de ver a estreia da M. dentro de água à séria. Para evitar sonecas prolongadas a meio da tarde e digestões por fazer, besuntei-a de creme protector e antes do seu almoço vesti-lhe a dita fralda e o pai cumpriu o seu dever de voluntário: levá-la para dentro de água. Nós não tínhamos dúvidas nenhumas de que ela ia adorar - a banheira é uma perdição e o mar não mete medo, nem frio. Parou tudo lá em casa. Ninguém nadou, ninguém cozinhou, e quando já não faltava ninguém dos convidados para a almoçarada de volta da piscina, o B. teve ordem de entrada. Confirmaram-se as nossas suspeitas: AMOU. Ria-se, olhava para nós à vez, cheia até cá cima de felicidade, dava às pernas e aos braços, eu sei lá. A Z. arranjou uma bóia amarela das netas e então foi a loucura. O B. pôs-lhe a mão nas pernas e deixou-a fazer força com o tronco. Resumindo, ainda foi três vezes com a cabeça à frente e engoliu três pirolitos. Julgam que se atrapalhou? Nada! Cuspiu a água, fez aqueles sons típicos de quem bebeu à força e continuou a dar a dar às pernas e aos braços. Quando foi a minha vez, confesso que não me aventurei tanto e pus-lhe a mão debaixo do peito, para não tentar a sorte... Saiu quando já estava gelada, coisa que não a incomodou nada, aliás. Para a tirar foi um caso sério: chorou, fez beicinho e queria mais. Durante a hora seguinte não se podia estar junto da piscina senão ela chorava. À conta disso, à tarde, já eram 6h e tinha levantado algum vento, mas não tivemos coragem de não a levar outra vez. Chapinhou outro tanto e depois foi para a banheira de água quente. Definitivamente, em Outubro, vai para a natação para bebés.
Animais
Fomos passar o sábado à quinta da tia Z., em Salvaterra de Magos. Lá, têm um gato, o Miau (nome sugestivo, não?), uma cadela, a Dandy, e uma cabrinha. É uma família que adora animais e os trata quase como gente. Para perceberem, o gato parece um cão: quando a dona o manda rebolar, ele efectivamente rebola!!! A Dandy é uma mimada, muito, muito meiguinha e, sobretudo, muito obediente (J., faz-me lembrar um misto de Tiga e Cookie, com os exageros das duas). Com 15 anos, está velhinha e já não parece a mesma de há 8 anos atrás, quando a conheci, tendo inclusive medo de subir escadas. A M. já tinha visto mais vezes cães e reagiu como boa filha de seus pais - amou. Fica excitada quando vê animais, sobretudo cães. Ao ver o Miau começou a dar às pernas e a querer ir para o chão. Ao princípio ainda teve sorte e fez-lhe umas festas de fugida no dorso, mas depois aquele gato preto lindo pôs-se a milhas, não fosse o diabo tecê-las. A seguir, viu a Dandy... Ficou doida. Franzia o nariz, soprava e fazia força para ir para o chão, com um sorriso gigante naquela carinha. A Dandy deixou-se ficar sentada, muito sossegada, enquanto o B. segurava na M. e ajudava com a mão a fazer festinhas. Mas aquela excitação toda era demais para a velhota, por isso acabou por se desviar. A M. ficou no chão e vai de gatinhar na sua direcção. A partir daí, parecia que estavam a brincar ao gato e rato. A Dandy desviava-se uns metros e sentava-se um pouco mais à frente. A M. gatinhava na sua direcção com imensa excitação. Quando estava quase a chegar ao pé dela, a cadela voltava a levantar-se e avançava só mais um bocadinho. A M. sentava-se, olhava fixamente para ela e depois seguia caminho atrás dela, a rir-se, cheia de satisfação. Ainda conseguiu fazer-lhe mais umas festas, mas com a nossa ajuda, porque a nossa amiga, por ter tantos anos, já tem medo destas aventuras. À noite, estava a M. na cadeirinha na cozinha junto da comida dos animais, quando aquela apareceu para comer. Como se chegou para junto da M., esta literalmente olhou para mim e deu inúmeras gargalhadas à séria, alternando o olhar entre a cadela e eu, como se estivesse um palhaço a fazer-lhe cócegas na barriga... Foi um fartote! Ainda bem que sai a nós e não tem medo - costuma-se dizer que gostar ou não de animais diz muito de uma pessoa e eu, sagitariana de gema, acredito piamente nisso.
Dançar com o pai
Com os anos de experiência nos bailaricos de aldeia e os ensinamentos da mãe, muito jeitosa por sinal, o B. é um bailarino nato. Por vezes agarra em mim e desata a dançar pela casa, mostrando-me bem a minha falta de jeito apesar dos meus anos de ballet (é inacreditável como uma personalidade impede uns passos de quem flutua - não tivesse eu a mania de controlar tudo, sobretudo o que me diz respeito, e nada disso acontecia!...). Agora, também a filha já entra na dança. Pega nela ao colo, dá-lhe a mão e vai dançando enquanto canta - valsa, pop e até danças populares. A M. deixa-se levar com cara de agrado, deixando a sua pequena mãozinha dentro daquela mão grande e quente do pai. Quando o B. pára, dando o mote para o fim da brincadeira, ela não desarma: sem grandes conversas, levanta a mão e fica muito direita, de braço esticado à espera de mais. Só ao fim de várias danças é que começa a rir e a divertir-se - até lá, parece que está apreciar a fluidez daquele gigante de quem ela tanto gosta.
Negou-se a comer
Tinha de haver uma primeira vez! Ao jantar, depois da sopa, com um ar maroto, sorriu, fechou a boca, e sem mais, não quis comer mais nada. Insistimos um pouco, até que se percebeu que não queria mesmo. Achei que seria do novo regime alimentar - está a mamar às 8h, come qualquer coisa a meio da manhã, almoça às 12h30 e come a papa às 15h30. Como é suposto começar a habituar-se aos nossos horários e a sentar-se à nossa mesa, tem de aguentar até às 19h30-20h, por isso, damos-lhe qualquer coisa outra vez a meio da tarde. Nesse dia, tinham sido bolachas Maria, que ela adooora. No dia seguinte, aconteceu outra vez o mesmo. Sem ai, nem ui, fechou a boca a sorrir e negou-se a comer a fruta. Ficámos com a quase certeza que era do snack das 6h, por isso, no dia a seguir não lho dei. Esperou 4h30 para comer e... Repetiu! A sopa marchou como sempre - lindamente - e a banana não, fruta que se tentava dar pelo 3º dia consecutivo sem sucesso. Foi então que o pai percebeu: banana! Não gosta de banana. Não é falta de fome, mas sim o apurar do paladar, que é próprio por esta altura. O B. foi buscar um boião de fruta, e este marchou todo. Raio de coisa para não gostar!...
9 meses
Percentil 50 com 8700 kg e 69 cm. Parece que normalizou e encontrou o seu patamar. Truques que conhece: dá miminhos a pedido, tira e põe a chucha quando quer, seduz qualquer um com uma estratégia muito sua, gatinha pela casa toda, põe-se de pé sozinha, domina a pinça com os dedos, dança à sua maneira e já começa a controlar alguns dos truques da mesa de actividades, como o virar das asas da borboleta ou andar à roda com as abelhas. São as mais importantes, que enumerei à pediatra, que assentiu com um ar entendido, sem mais perguntas. Já passou à fase seguinte da dieta alimentar: introdução das restantes carnes e do peixe, com excepção dos gordos. O borrego, a vitela e a pescada estão aprovados pela crítica para já. Para mim só tem um defeito: está a crescer a olhos vistos e a deixar a primeira infância a correr... Nem imagino as saudades que vou ter desta bebé tão querida e amorosa, que com certeza se irá tornar numa criança de iguais características.
Dançar
A tia comprou-lhe na Chicco uma mesa de actividades fabulosa (recomendo vivamente), que tem duas funções: música e ABC. Conforme se liga o botão para uma ou para a outra obtém-se excelentes resultados. A primeira é evidente, toca "n" músicas diferentes, a segunda tem os números de 1 a 10 e o abecedário cantados. Para além disso, tem 20 primeiras palavras, uma série de sons diferentes conforme se rega a flor, se dá a maçã à lagarta, se vira as asas da borboleta ou se carrega nos botões dos três animais ao centro. Assim que chegámos a casa, ligou-se a dita e sentei a M. à sua frente. Aquilo começou a tocar e a minha filha começou a abanar o tronco para a frente e para trás toda contente. Depois, com o entusiasmo, pôs-se de gatas e começou a dar ao rabo também. Fez as delícias de todos nós e conseguiu pôr-nos aos três a abanar o capacete da mesma forma para a incentivar. Deve ter sido um filme giro de ver...
1ª carolada
A primeira que me doeu a mim, porque já muitas outras se antecederam a esta. Estava a gatinhar, atrapalhou-se com o edredão da avó, caiu para a frente e, pimba! Afocinhou e fez bonc! com a testa no chão. O colo de consolo que lhe dei a seguir serviu para as duas e depois o pai precisou do mesmo remédio. Somos mesmo maçaricos!...
Em pé
É a sua nova posição preferida. Está nisto tempos infindos: levanta-se, agarra-se ao sofá e ali fica cheia de felicidade por ter descoberto uma nova perspectiva das coisas - mais alta. Por vezes, acaba por cair sentada, mas a fralda ajuda a amortecer, por vezes, cuidadosamente olha para baixo e tenta chegar ao chão devagarinho.
Nojentos
Eramos. O tempo usado está correcto. Antes certas coisas eram impensáveis. Agora? Ele é mudar fraldas que deitaram por fora até ao pescoço sem grandes caretas, ele é lamber os dedos sujos de comida já lambuzada, ele é achar graça à cara toda lambuzada, não interessa de quê desde que seja consequência de um miminho, e ele é até apanhar bolinhas secas de coco que escaparam para fora da fralda. Tanta evolução da sociedade e dos seus parâmetros e exigências éticos e estéticos, para depois uma pessoa se tornar pai e dar nisto... =)
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Às cavalitas
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Vai ser alpinista
Gatinha por todo o lado. Se ficar sozinha por momentos, lá se começa a ouvir ao longe as mãos a baterem no chão na nossa direcção até aparecer uma cara risonha de boneco na boca à porta da divisão onde estivermos. Agora, já se quer levantar e tentar andar. A sua diversão no fim-de-semana de 8 de Agosto foi pedir-nos ajuda para se levantar, olhando-nos fixamente e fazendo força com os pés, para, apoiada em nós, dar passos de gigante para a frente. É uma exagerada! É cada passo que nem dá para acreditar. Depois, caminhava em direcção a qualquer tipo de obstáculo e chegada lá, punha o pé para cima, apoiava nalguma saliência e seguia em frente até trepar tudo até ao cimo. Foi assim com o sofá e com o móvel da sala, os únicos móveis a que tinha acesso directo. Trepava por ali acima quase na vertical, segura por nós, e chegada ao cimo esticava-se toda, com um ar de vitória, como que a pôr a bandeira na sua nova conquista. Se calhar sai a mim - com 15 anos o meu entretém nas férias de verão em Viseu era trepar aos holofotes do estádio do Fontelo, na altura sem guarda nenhuma, e ficar lá em cima ao pé dos passarinhos a ver as pessoas pequeninas, pequeninas a passar lá em baixo, embalada pelo vento que ia abanando a estrutura. Uma coisa é certa: ao pai não sai porque este sofre de vertigens...
Sábados
Parece de propósito! Todos os dias acorda por volta das 8h da manhã, quando não é preciso tirá-la da cama a dormir (cada vez menos é preciso isso pois o seu pequenino cérebro já organizou o seu despertador para aquela hora). Mas... Ao sábado, dia em que podemos dormir até mais tarde, a madame acha giro acordar entre as 7h e as 7h30!... Ainda por cima, quando conto isto a alguém, tudo me vem com a mesma teoria: é assim mesmo, a gente miúda sabe quando é sábado e nesse dia faz questão de acordar mais cedo. Eu não era assim! Eu chorava ao domingo de manhã porque quando acordava, lá para as 11h, já tinham dado os desenhos animados que eu queria ver... Mais valia!...
Pinça
Já a domina quase a 100%, já lá vão umas 3 semanas. Se vê alguma coisa no chão, especialmente aquilo que não interessa nada que ela detecte, dirige-se rapidamente para ela a gatinhar (já quase parece a Vanessa Fernandes!), senta-se ao lado e com um ar concentradíssimo estica o indicador e o polegar e toca de apanhar. Já só falta a parte do a seguir: segurar depois de agarrar. É gratificante vê-la evoluir desta forma - "dentro do prazo" como dizia uma amiga.
Gemidos a comer
Enquanto come faz força com os pés para se levantar, dá aos braços e aos dedos das mãos e geme. Uns sons engraçados, de quem está a saborear a comida com uma satisfação plena e a dizer-nos que está a gostar. É engraçado.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
De que árvore caímos
Nogueira (a paixão) - 24/10 a 11/11- Implacável, é uma pessoa
estranha e cheia de contrastes, de reacções inesperadas, sendo agressiva quando necessário. Tem uma ambição sem limites e é pouco flexível, não se comprometendo quando não conhece. Não é egoísta, é amorosa, nobre, de horizontes amplos e espontânea. É uma companhia pouco comum, que nem sempre agrada, mas é admirável, com um génio estratégico, muito zelosa e apaixonada.
Figueira (a sensibilidade) - 12/12 a 21/12 - Um pouco volátil socialmente, gosta de ociosidade e da preguiça. Muito forte, é uma pessoa voluntariosa, independente, que não permite as contradicções ou discussões, ama a vida, a sua família, as crianças e os animais. Tem sentido de humor, é tímida, mas um pouco extrovertida. Tem um talento prático e inteligência. Pessoa muito sensual e atractiva ao sexo oposto, geralmente com umas costas de grande elegância e porte.
A do pai
Freixo (a ambição) - 25/05 a 13/06 - É impulsivo, ambicioso e exigente, não se importando com as críticas. Pode ser egoísta. É inteligente e cheio de talentos. Gosta de jogar com o destino. É excepcionalmente atractivo, vigoroso e impulsivo. É digno de confiança, sendo um amante fiel e prudente, assumindo as suas relações muito seriamente, apesar de deixar por vezes o cérebro controlar o coração.
