Há já duas semanas que o faz. A imagem que me vai ficar na memória para sempre é aquela bebézona, sentada no chão, de chucha na boca, a olhar para cima com aqueles olhos grandes e pestanudos e aqueles bracinhos rechoncudos esticados para cima. Faz lembrar um cachorrinho fofinho a pedir festinhas.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Por antecipação
Quando a M. fica aborrecida de estar presa, uma das brincadeiras que eu faço é esticar o meu indicador e começar a girá-lo e a abaná-lo, imitando o som de um radar, enquanto o aproximo dela. O som do tut-tut-tut vai acelerando à medida que vai ficando mais perto do ombro, até que o espeto na omoplata para fazer cócegas. As gargalhadas são mais que muitas. Agora, basta eu esticar o dedo e começar a minha ladaínha. A gargalhada fica à porta, já meio engasgada e quase nunca aguenta até o dedo lhe tocar. É de chorar a rir.
Já sabe
Quando a ponho no muda-fraldas e ela não quer, chora. Até aqui nada de novo. Chora, só que a olhar para a porta, à espera do seu salvador. É que por mais do que uma vez, que o B. vem em seu socorro, pegando nela ao colo, para só depois a convencer a mudar a fralda (com a minha ajuda, é claro)... Hoje fez uma mais engraçada. Foi direita às revistas e antes que lhes deitasse a mão eu disse um Não! severo para ela perceber. Ela vai e... olha literalmente para o pai, à espera. Como ele não disse nada, desistiu. Estou tramada!...
Molas
Há duas noites apercebi-me que temos umas molas escondidas no corpo que saiem quando há necessidade. Era 1h30 da manhã, estava em pleno processo de adormecimento, quando ouvi um barulho assustador. A minha mente ainda tentou pensar que poderia ser exagero da minha parte, mas imediatamente a seguir outro som similar saiu do quarto da M. Parecia que lhe estava a faltar o ar. Dei um salto da cama como se tivesse a cauda do Marsupilami e corri para o quarto dela. O B. acordou, não com os sons, mas comigo a saltar e a correr, e sem pensar, saltou atrás de mim. Cheguei ao quarto dela e vi-a a dormir tranquilamente, depois de se ter virado pela enéssima vez. Percebi que os sons tinham sido qualquer engasganço com a chucha que ficou para trás conforme se virou ou algo do género. Com o susto, o B. deitou-se a queixar-se que tinha o coração aos saltos e eu demorei uma hora a adormecer, com o ouvido alerta. Bolas! Assim não vale!
Pasta de zinco
A M. já parece uma enguia no muda-fraldas. Assim que a deitamos, começa a contorcer-se para se virar de barriga para baixo e espreitar para o cesto com as suas coisas. Quer tirar tudo e não tem paciência para esperar enquanto lhe mudamos a fralda. Cada vez mais é um jogo de persuasão que passa por tocar batuque com a caixa das compressas, mostrar-lhe a vaquinha Lola que lá está preparada para a eventualidade, dar-lhe o soro para roer, cantar, dançar, saltar e sei lá mais o quê... No domingo passado, deixei o B. dormir e entretive-a. No acto de mudar a fralda, deixei o boião da pasta de zinco (para pôr numa pequena borbulha do trilhar da fralda que tinha no rabiosque) aberto. No meio dos Não! gorados e das vezes infinitas a virá-la, ela acabou por conseguir ficar de gatas enquanto eu lhe apertava o body. Mas... O boião tinha ficado aberto e a M. sem eu dar conta tinha enfiado a mão toda lá dentro. Era pasta de zinco por todo o lado e dentro da boca. Este creme é excelente, mas tem um grande senão: não sai com água. Eu esqueci-me desse pormenor e segui para a torneira para lhe lavar a mão e a cara. Pior a emenda do que o soneto! A mão dela ficou com pasta ainda mais bem espalhada do que já estava e a minha juntou-se à festa. Agarrei numa toalha e tentei limpar-lhe aquilo tudo. Mas ela não estava pelos ajustes. Pois então aquilo era tão cremoso e agradável ao toque porque raio haveria ela de me deixar tirar aquilo?! Torceu-se, refilou e levou a mão à boca sei lá mais quantas vezes. Estive que tempos a limpar-lhe a língua e o céu da boca com compressas secas, a tentar perceber se ela tinha ingerido muito daquilo por causa das intoxicações. O B. acabou por não dormir com aquela guerra toda, ela ficou com aversão a compressas na boca e ainda hoje sempre que vê o raio do boião começa a logo a tentar alcançá-lo com a mão. E o pior é que já conseguiu mais uma vez, só não chegou foi a tempo de levar a mão à boca - fui mais expedita!...
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Botão do volume avariado
Palra, palra, palra. Sons de variadíssimas formas. Só há uma coisa que não muda: o volume. Chegamos a não nos conseguirmos entender muito bem, nós os adultos cá de casa. Mas quando há silêncio, já estranho...
Ler-lhe livros
Já está mais fácil. Dizem os entendidos que se deve ler aos bebés desde sempre, sendo que a a unanimidade das opiniões defende que partir dos 6 meses permite posteriormente uma maior facilidade em adquirir vocabulário. Como eu adoro ler e o B. também não, ambos fruto da educação que tivemos, e acho a leitura o nosso melhor instrumento para sonhar, imaginar e compreender, enquanto assimilamos todo um conjunto de informação indispensável de alguma forma para o nosso ser, esta é uma das minhas preocupações genuínas - incutir-lhe o prazer pela leitura, abrir-lhe fronteiras para mais tarde ela descobrir sozinha o mundo maravilhoso que é um livro. Dizem também os entendidos que para os recém-nascidos é indiferente o que se lê. É importante sim a torrente de palavras diferentes que eles ouvem e o assimilarem visualmente o acto de ler, por isso, até o jornal ou uma receita de culinária serve. A primeira vez que tentei foi com uma revista da sogra em Quiaios. Tinha a M. 6 meses... Em micro-segundos, a revista ficou desfeita em picadinho e o casamento da herdeira de Cadaval foi para o galheiro... Chegada a casa, tentei com livros próprios - de pano. Os sopapos que deu no livro foram tais que não consegui sequer ver as imagens quanto mais as letras. O livro acabou por voar, tal a violência. Hoje em dia, já se consegue. Comprei uns de pano, outros de plástico e ainda uns de cartão grosso. Comigo o que resulta melhor é o de plástico, da Baby Einstein, com o leãozinho e as coisas que flutuam. Nas primeiras 3 páginas fica sossegada, a última já tem de ser invariavelmente alternada várias vezes com as anteriores. Sei que a ama lhe dê durante o dia a história do Capuchinho Vermelho, especialmente para a acalmar, antes da hora da sesta. Positivo. Nunca lhe dei essa orientação...
Menina dos seus olhos
"Deixa a menina!" e "Minha rica menina!..." são as frases que mais me vêm à ideia quando penso no que sai da boca do B. quando me fala dela...
Unhas
Crescem a uma velocidade parva. Ainda por cima a M. não gosta de as cortar porque isso implica estar sossegada mais do que 2 segundos. Hoje em dia, tem de estar a dormir ou então aproveito de manhã, depois de mamar, porque, por uns breves minutos, ainda está a funcionar a meio gás. Não é fácil e por vezes chego a cortar metade num dia e a outra noutro. Ainda por cima, não as posso cortar à frente do B. Faz-lhe tal impressão que nem as dele consegue cortar - rói quando ninguém o está a ver... Começa logo com o "Pára com isso! Pára com isso!", o "Deixa a menina!" e o "Esssss!" arrepiado de quem está impressionado. Não há pachorra!
Cucu!
Uma das suas brincadeiras preferidas: atiro a Lola para a cara a tapar os olhos e depois de perguntar duas ou três vezes onde está a M. puxo de repente e faço Cucu! Ela farta-se de rir. Agora, quando lhe tapo a cara, seja com o que for, ela deixa ficar, mesmo que ponha mão a segurar. Fica literalmente à espera que eu puxe o boneco para o famigerado Cucu! Quando o boneco cai mal e não tapa bem a cara, vêem-se uns olhinhos brilhantes e sorridentes e uma boca semi-aberta, a rir-se por antecipação do que aí vem...
Dá beijinhos
É o novo truque da M. Quando pedimos, quase sempre, abre a boca, encosta na nossa bochecha e deita a língua de fora. Ficamos lambuzados, mas inchados...
Quando nos beijamos
Já não faz cenas de ciúmes, ou melhor, não são tão perceptíveis. Olha para nós com ar malandro e começa-se a rir. Se estiver ao colo de um de nós, a reacção é bem mais sugestiva. Com o mesmo ar malandro, de quem sabe que vai fazer das suas, solta um ahhhhhh! fininho e agudo, enquanto aproxima a cara para junto da nossa (sobretudo do pai), como quem diz "deixa-te disso e dá-me mas é a mim"... Raio da miúda que parece que já sabe mais do que a sua conta! =)
Maus exemplos
O meu pai esteve cá e mais uma vez conseguimos a façanha de ficar de costas viradas. Discutimos, lavámos roupa suja e acusámos-nos. Lamentável. Mas mais ainda porque não soubemos respeitar a minha filha, já que não soubemos respeitar-nos mutuamente. A discussão, os gritos e o choro foram à sua frente e, no final, fiquei sozinha com ela a não conseguir engolir o choro para dentro. À noite, a M. estava eléctrica, impressionada e foi um castigo adormecer. Prometi a mim mesma não repetir. A custo, dois dias a seguir, exigi e acabei por me recusar a responder, apenas e exclusivamente para não entrar no ciclo vicioso do jogo das acusações e daí saltar os poucos metros para os gritos. Tenho mesmo de aprender...
Brincar com a água
Deixamos. Abrimos a torneira e pomos-lhe as mãos debaixo de água, que ela passa e repassa de um lado para o outro, enquanto a seguramos pelo tronco. Está naquela brincadeira até lhe cortarmos o curso de água que tanto a satisfaz. No outro dia, o B. experimentou outra forma: antes do banho, já só de fralda, sentou-a no rebordo do lavatório e pôs-lhe os pés debaixo de água corrente. Foi vê-la encharcada e feliz, concentrnaod-se ora em molhar as mãos, ora em dar às pernas, com o bónus de poder ver o seu reflexo no espelho, outra coisa que ela adora.
Bem mandada
Depois de comer, é suposto limpar-lhe a boca e os dentes. Vou buscar uma compressa molhada e peço-lhe a boca. Ela fecha-a bem fechada e estica a cabeça. Depois pergunto-lhe pelos dentinhos e ela abre prontamente a boca para eu os esfregar, repetindo a proeza uma outra vez, sem se aborrecer. Linda menina!
Resistência
Resiste como gente grande ao sono: atira a chucha, a vaquinha Lola voa, faz de índia, levanta a mão para dar mais cinco, esfrega incessantemente o olho, põe-se de pé na cama até já não se conseguir arrastar... Ontem foram duas horas disto. E depois parece de propósito: os dias em que o pai não está são piores. De vez em quando, o B. tenta o truque do BabyTV - costuma acalmar e parece que hipnotiza. O canal tem músicas boas e programas giros e didácticos, apesar de em inglês. Às vezes acaba por adormecer a custo com aquilo, mas habituar a minha filha a adormecer em frente à televisão, na cadeira de comer, não é sistema... Penso que tenho de ganhar coragem e deixá-la chorar outra vez uns dias até aprender, mas depois lembro-me das amigas Joana e Palmira que adoptaram o sistema contrário, do mimo e do colo, e não é por isso que o Francisco é terrorista aos 2 anos, nem o Quim é mimado aos 20. Que fazer?
Encontrei uma explicação... EM CONSTANTE MOVIMENTO Os bebés de nove meses estão sempre a mover-se. Ponha um bebé de nove meses em frente a uma cadeira virada ou a um carro e em pouco tempo estará encantado empurrando-o por todos os lados. A motivação para pôr-se de pé e mover-se para a frente é forte. Mas, atenção: quando os bebés experimentam mudanças rápidas no seu desenvolvimento motor, muitas vezes retrocedem nas áreas do sono e de habilidades anteriores nessas áreas. Muitos pais estreantes receiam que os seus filhos não recuperem as habilidades anteriores nessas áreas. Portanto, nesta etapa do desenvolvimento, o seu bebé pode parecer desorganizado por que está a esforçar-se por adquirir muitas habilidades novas.
Não! Não! Não!
Acabou-se a fase de ouro da sua vida e começou a da aprendizagem do cumprimento de ordens. O não já é utilizado cá em casa e cada vez mais. E à conta disso, vamos-nos apercebendo da teimosia que se vai começando a revelar. A M. já percebe bem o conceito do Não. Já por várias vezes que ouve a palavrinha maldita e pára. Depois usa uma técnica quase infalível senão estivermos prevenidos. Ao ouvir o "Não!" pára, olha para nós e após uns segundos que parecem de reflexão, sorri com uns "Hum!" engraçados à mistura. Faço um esforço quase sobre-humano para não me desmanchar ali mesmo e continuar a apregoar o meu "Não!". Se não resulta, chega a gatinhar na nossa direcção o suficiente para não se desviar da sua trajectória inicial e para nos fazer cair num sorriso desarmado. Se nada disso resulta, desiste e segue caminho para outra aventura. Óptimo, dirão vocês, têm uma filha excelente. Hum-hum... Não se deixem enganar. Só funciona assim quando lhe convém. Isto de perceber o "Não!" é só quando lhe interessa, caso contrário parece surda ou nós passamos por paredes mudas e caladas. Ontem, deixei-a brincar com uma revista velha. Rasgou, abanou, destruiu, feliz da vida. Deixei até ao momento em que quis comer papel. Disse-lhe que não e nada. Tirei-lho da boca e nada. Tirei-lho da mão e... voltou à carga. Estivemos nisto bastante tempo. Sempre que ela o levava à boca, eu tirava-lho, dizia que não e punha ao lado, tentando depois distraí-la com outra coisa (dizem os especialistas que esta idade deve ser ensinada, dando alternativas). A M. ignorava e num frenesim, tentava chegar ao papel para o pôr na boca. A certa altura, tirei tudo do seu alcance e pus em cima da mesa com um não mais zangado. Chorou como gente grande. Levantou-se, agarrou-se a mim e deitou a frustração cá para fora. Fui-lhe dizendo que já tinha passado, que NÃO podia ser e dando miminhos ao mesmo tempo. Depois de alguma insistência em me demonstrar o seu descontentamento, achei que já estava pronta para outra e comecei a brincar com o ginásio. Riu-se, mas depois lembrou-se porque estava chateada e continuou a chorar. Só ao fim de algumas tentativas de distração é que lhe passou. Feitiozinho torto, o que se avizinha!...
Dá cá mais cinco
Um dia cheguei a casa e a ama, como sempre, fez uma demonstração do novo truque da nossa pipoca. Desta feita, tinha-lhe ensinado o gesto do "Give me 5!", só que com a expressão "Men!". Tal e qual. A lúcia dizia "Men!" e a M. levantava a mão para que aquela lhe encostasse a sua. Depois de se ter ido embora, fui treinando com a M., mas agora com o "dá cá mais 5!" porque não vou na onda dessas linguagens modernas. Em pouquíssimo tempo tinha a lição estudada. Gostou tanto da brincadeira, que agora, mesmo sem lhe pedir, estende a mão, quando não são as duas, para que nós lhe digamos "5!" enquanto encostamos a nossa mão à dela. É de tal maneira, que já parece da juventude hitleriana: qualquer coisa, levanta a mão. Quando está a comer, quando está no carrinho em passeio, quando está na cama a tentar não adormecer e até quando conhece alguém. Se por acaso uma pessoa lhe sorri na rua e se mete com ela, ela vai e puxa do braço para cima. Depois tenho de explicar o porquê e acabar eu o truque, senão fica desiludida. E esta, hein?!
Deitar para o chão
Já chegou a esta fase... Agita os braços com alguma coisa na mão e... atira para o chão. Depois, com um ar muito interessado, inclina-se toda para olhar e ver a dita, como se estivesse a praticar lançamento de peso e estivesse a medir a distância conseguida daquela vez. Não fosse aquele ar, não tinha piadinha nenhuma. Ainda por cima, a maioria das vezes fá-lo da cadeira de comer, que está encostada ao sofá. Julgam que atira para o nosso lado? Nãããããoooooo... É sempre para o outro lado , para nos obrigar a levantar do sofá e fazer exercício (amiga, não?). Faz isto eu sei lá quantas vezes. Mentira. Até sei. Faz as vezes que nós nos predispusermos a apanhar o desgraçado do boneco ou a chucha e a dar-lho uma e outra vez... Uma vez, fartei-me e sentei-me no chão, ao lado da cadeirinha. Assim, era só apanhar do chão e atirar para cima sem ter de me baixar vezes infindas (aprendi no Baby Blues...). O B. nem queria acreditar...
Piscina
Na quinta da tia velha, como lhe chama carinhosamente o B., também há uma piscina. Levei as Little swimmers e estávamos todos desejosos de ver a estreia da M. dentro de água à séria. Para evitar sonecas prolongadas a meio da tarde e digestões por fazer, besuntei-a de creme protector e antes do seu almoço vesti-lhe a dita fralda e o pai cumpriu o seu dever de voluntário: levá-la para dentro de água. Nós não tínhamos dúvidas nenhumas de que ela ia adorar - a banheira é uma perdição e o mar não mete medo, nem frio. Parou tudo lá em casa. Ninguém nadou, ninguém cozinhou, e quando já não faltava ninguém dos convidados para a almoçarada de volta da piscina, o B. teve ordem de entrada. Confirmaram-se as nossas suspeitas: AMOU. Ria-se, olhava para nós à vez, cheia até cá cima de felicidade, dava às pernas e aos braços, eu sei lá. A Z. arranjou uma bóia amarela das netas e então foi a loucura. O B. pôs-lhe a mão nas pernas e deixou-a fazer força com o tronco. Resumindo, ainda foi três vezes com a cabeça à frente e engoliu três pirolitos. Julgam que se atrapalhou? Nada! Cuspiu a água, fez aqueles sons típicos de quem bebeu à força e continuou a dar a dar às pernas e aos braços. Quando foi a minha vez, confesso que não me aventurei tanto e pus-lhe a mão debaixo do peito, para não tentar a sorte... Saiu quando já estava gelada, coisa que não a incomodou nada, aliás. Para a tirar foi um caso sério: chorou, fez beicinho e queria mais. Durante a hora seguinte não se podia estar junto da piscina senão ela chorava. À conta disso, à tarde, já eram 6h e tinha levantado algum vento, mas não tivemos coragem de não a levar outra vez. Chapinhou outro tanto e depois foi para a banheira de água quente. Definitivamente, em Outubro, vai para a natação para bebés.