Sou sempre eu que as corto, porque o B. nem consegue ver quanto mais cortar. Ou melhor, cortava... Ao princípio, deixava sem qualquer problema, depois, já mais espevitadeca, tinha de ser com alguma distracção e muitas exclamações pelo meio. Por volta dos 8 meses, tive de começar a cortá-las de manhã, a seguir à mamada, que era quando ela estava ainda meia abananada de sono. Agora... Não consigo. Só a dormir. Assim que vê a tesoura e a sento no meu colo, começa a puxar a mão para trás, a torcê-la e a contorcer-se para sair dali. Chora e refila e acaba por vencer porque não me atrevo a tal tentativa com tamanha mexidela para aqui e para acoli. Já com a ama a história é outra. Deixa-se sentar e ainda refila, mas a amiga pergunta-lhe o que é isso umas quantas vezes, segurando-a firme, mas calmamente, e ela acaba por se render. Cortam-se as unhas em três tempos e não aos solavancos e aos saltos como comigo. Já me topou de tal maneira o calcanhar de Aquiles que, no fim-de-semana passado, foi o B., que a muito custo e muito ranger de dentes de impressionado, a sentou no colo dele, enquanto eu as tentava cortar por detrás. Ela deixou. Agora a mim, é outra conversa. À conta disso, a minha filha por vezes anda com umas unhas mais bonitas (salvo seja!...) do que as minhas...
Há 8 anos
1 comentário:
Cá em casa é o pai que trata disso ou, quando nos desleixamos, a avó. Eu não tenho fobia, mas já fiz asneira uma vez... :-(
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